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 Os filhos de Atlântida

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Ferns



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 09:18

Sempre
kkkkkkkkkkkkkk
Ah, e o meu é o Tom Riley, o gato do Leonardo da Vinci em Da Vinci's Demons
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 10:45

Kkkk,blz,vlw ae pelo nome
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 11:02

E falando nisso pessoal, já vou deixar aqui de uma vez a musica que escolhi para a abertura, sei que a primeira vista ela não tem nada a ver com abertura de series ou qualquer coisa mas escolhi ela pq ela vai se encaixar perfeitamente nos tempos e imagens da abertura. De toda forma aqui esta ela:



Espero que gostem
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Ferns



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 11:23

Que desgraça.
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WilDigimon



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 15:03

Nome: Wil Jernaur( usei random no sobrenome ,kkkk)

Idade: 25
Aparência:
Spoiler:
 
(acho que nem preciso dizer o nome kkkk,resolvi por ele por um ator mt bom XD[so uma coisa ja que ta pegando mais imagens dos atores pra abertura etc , aconselho pegar imagens do filme: "Eu Robô" , pra ficar mais "padronizado" mas fica á sua escolha])

Personalidade: É bem sério e observador, tenta analisar calmamente as situações de risco,porém quando é preciso age por impulso por seus amigos,e valoriza muito os laços afetivos, motivo pelo qual se preocupa com TODOS (inclusive os filhos de Atlântida) quanto ao efeito dessa catástrofe, e também se mostra quase um pacifista só entra em combate quando não há mais outra maneira,assim muitas vezes mostra ser bem maduro até mesmo para sua idade,mas quando entre amigos se mostra brincalhão ás vezes.

Raça: Humano
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 20:05

Will, mto foda sua ficha, msm sendo humano já sei o vai ser suaarticipcao na fic, ferns, serio? Achei q todos curtiriam pelo menos a musica :/
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Ferns



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 20:33

kkkkkkk
Só acho que não combina, só isso.
Uma instrumental de um jogo ou filme seria muito mais adequada.
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 20:46

A ta, bom exatamente como eu disse, a primeira vista pode nao ter nada a ver e até eu achei estranho quando pensei nela como hipótese, mas ai comecei a pensar nela, escutei bem a musica e dividi inteiramente a musica a encaixando de maneira, creio eu, boa para uma abertura e já tenho toda a abertura na cabeça, e pode acreditar cada vez que lembro que musica é eu penso que sou louco em arriscar tentar uma musica como essa por ela simplesmente nao ter nada a ver com uma musica de abertura, porém, acho que vou tentar, talvez se eu encontrar alguma outra musica que me agrade mais como abertura ( lógico estou aberto a sugestões, então se tiverem alguma pf falem) so estou evitando musicas de abertura de anime pq acho que já são bem usadas no próprio anime e esta fic e mais puxada para um lado realista (mesmo sendo inexistente) então se tiverem alguma musica msm q achem lgl e so flr aqui e dependendo eu mudo kk
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Ferns



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/5/2013, 21:48

Blz, vamos ver no final então como vai ficar xD
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WilDigimon



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 09:52

Acho que deveria fazer antes , se não gostarmos mudamos ou algo assim,tambem custei a imaginar essa como abertura só que imaginei muito e pensei se vc fizer bem feito pode ficar boa , sei la so vendo pra gente saber Razz .
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 11:04

Tirou as palavras da minha boca, e assim msm q vou fazer, montar e mostrar aqui, qualquer coisa eu troco a musica Wink
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Digimons BF5



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 13:10

Nome: Daniel

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Aparência: (Logan Lerman, caso não saiba quem é xD)

Personalidade: Amigável, de fácil convivência, é um menino muito paciente e leal, não tem medo da dor. É meio exagerado e extrovertido, então fica em pânico muito fácil. Prefere ficar fora das lutas, mas é muito impulsivo, não pensa muito antes de agir, prefere o "sentir" do "Pensar". Mesmo assim, é um bom ouvinte, e se lhe é designado alguma posição em algum plano, faz seu trabalho com excelência. Por fim, não gosta de injustiças, é muito teimoso, e quando está equilibrado e calmo, consegue até acalmar as pessoas próximas.

Raça: Filho de Atlantis :3
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 16:36

Theo! Quanto tempo maninho, aceito, pessoal (provavelmente mais ninguem vai se inscrever mais vou falar do mesmo jeito) acabaram as vagas para os filhos de Atlântida e não vou fazer a abertura, acabei descobrindo que é uma missão impossível pq todos os personagens tem bem poucas cenas de ação o que acaba afetando diretamente a abertura então, ela foi cancelada, mas de toda forma, vou colocar a música antes dos caps para pelo menos um tema de entrada ter e vou ver alguma para colocar como encerramento tbm. Bom é isso ai, acho que hoje sai o primeiro cap, vlw ae galera
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romulop2b



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 18:27

rodrigo uma pergunta pq vc ficou tanto tempo afastado do forúm
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 20:37

"A várias centenas de anos, a humanidade fora cada vez mais sendo corrompida pela ignorância e em consequência disso perdeu séculos de história e avanço de suas memórias e vidas. Hoje porém, eles correm um grande risco, e os únicos capaz de salva-los, são aqueles que um dia eles desprezaram..."




Capítulo I
JAKE


Aqui é o começo da minha história. Na verdade é o começo da história do fim do mundo de você que provavelmente esta lendo isso agora, porém é ai também que entra o sentido da minha vida. Meu nome é Jake. Basicamente é este pois em Atlântida não existem sobrenomes e sim nomes. Minha família faz parte das três famílias principais e estas são identificadas por todos os seus membros terem sempre somente um nome, independente de variações entre feminino e masculino, somente um nome. Mas isso não vem ao caso. Não agora. Vamos ao começo. Imagine que você tomou todo o estoque de bebidas da maior de todas as baladas existentes no planeta e no dia seguinte acordou com a maior ressaca que já existiu. Se conseguiu imaginar isto, esta perto de saber o que eu senti quando acordei naquele dia. Basicamente eu acordei em local estranho, com pessoas estranhas falando uma língua estranha. Sabia que só poderia estar em um lugar já que em Atlântida todos falam a mesma língua: os reinos sobre a terra. Humanos passavam a todo momento por minha frente, mesmo sendo poucos. E nenhum sequer falava algo comigo. Poucos olhavam mas nenhum dizia nada. Pelo menos não comigo, mas sobre mim foi o que mais escutei. A maioria comentava coisas como: "Deve ser um filhinho de papai achando que é rebelde deitado ai no chão com essas roupas" ou "Que desperdício estas roupas rastejando no chão". Realmente, as roupas eram incríveis e só fui perceber mais tarde. Um casaco marrom puxado a um tom preto e uma blusa preta por baixo. Uma calça jeans escuro e um tênis preto com detalhes brancos. Creio que humanos chamariam todas de roupas "de marca" mas isso não importava para mim. Sabia que tinha de sair dali e mesmo com as dores por meu corpo eu tinha de fazer algo. Ninguém me ajudaria e já que tudo que eu sabia era que Atlântida existia e eu era de lá, tinha de encontrar respostas o mais rápido possível. Me levantei e tentei falar com um homem, porém ele falava uma língua estranha que eu não entendia. Pelo menos não ate aquele momento. Percebi que continuaria perdido a não ser que fizesse a única coisa lógica naquele momento para alguém de Atlântida. Logo vi uma garota vindo em minha direção.
Não pensei duas vezes e assim que ela se aproximou me coloquei na frente dela. Ela levou um breve susto. Eu antes dela ter qualquer outra reação a aproximei de mim e a beijei. Neste momento todos devem pensar "Hmmmmm muleque malandro!" mas realmente não era essa a intenção ( tenho de admitir que naquele momento foi a melhor sensação que eu poderia sentir, e por um segundo, esqueci de todo o mundo ao meu redor como se aquilo fosse a coisa mais importante da minha vida) mas logo recobrei toda a noção e nós nos separamos lentamente um olhando ao outro. Então ELA recobrou a noção e me estapeou levemente mas de maneira a mostrar sua insatisfação.
- Ei! Você é louco? Que morrer agora ou esperar um pouco mais?
- Foi mal. É que era preciso!
- Era preciso? O que quer dizer com isso Jake? - E então ela parou. Como sabia meu nome? Como era possível isso? Ela tinha um olhar perdido enquanto me encarava. Seus olhos castanhos pareciam exigir de mim uma explicação mesmo ela se mantendo em um silêncio absoluto. Eu porém entendia perfeitamente o que estava acontecendo.
- Você é uma ponte... Claro! Todo pertencente ao povo de Atlântida encontra uma ponte! Eu devia ter lembrando disso... E de tudo mais antes... O beijo! Ele despertou as memórias!
- Olha aqui, não sei do que esta falando e sinceramente, prefiro nem saber! Agora tenho que sair daqui. Maldita hora que você veio me prender na rua 203. - Disse ela.
- Rua 203? - Perguntei.
- Não se faça de bobo garoto! - Falou ao tempo em que retomava o andar e eu ia a seu lado - Rua 203! A rua em que todas as piores gangues da cidade decidiram denominar como sua e agora todos que passam por aqui e demoram um pouco mais acabam sendo abordados. A menos que queira perder suas roupas é melhor correr também.
- Ótimo. - Respondi - Vou com você.
- Como assim? Você tem problemas? Nem te conheço e você quer vir comigo?
- Sim. Posso?
- Claro que pode. - Disse ela sem ironia alguma e então ela parou novamente como se percebesse o que acabara de dizer. Ela então se vira para mim novamente com aquele olhar exigindo uma explicação.
- É a nossa conexão. Você é uma ponte e eu um dos povos de Atlântida. Por mais que eu diga algo que pareça absurdo, se for real ou dentro de um censo real, algo dentro de você vai te fazer perceber isso. Vai te fazer responder algo que pareça absurdo mas é o certo. Como agora.
- Isso... Isso é mentira. É invenção sua. Não sou trouxa como esta pensando.
- Não, não é. E você sabe que eu não acho isso e que tudo que falei ate agora é verdade. Exatamente pela nossa conexão.
- Olha tudo bem, a gente pode tomar um café ou alguma coisa assim e você tenta me convencer disso que falou agora, sei lá. O que importa é somente que a gente saia daqui agora.

Mas neste segundo, já era tarde. Vozes começaram a sair de lugar nenhum em meio a sombras produzidas pelo sol naquela tarde. Do meio do nada homens de idade desde 17 a 20 anos nos cercavam em uma roda feita por cinco. Todos tinha os cabos de suas armas para fora e em suas mãos facas. Tinham facas pequenas, médias, ate mesmo canivetes. Mas definitivamente a mais incrível ali era a que o aparentemente "chefe" do grupo tinha. Uma lâmina de metal reluzente detalhada e com um cabo negro brilhante. Parecia uma faca militar. O garoto parecia ter uns 17 anos de idade e mesmo sendo 2 anos mais novo que eu, ousou se aproximar com a faca em mão e me encarar nos olhos. Eu o encarei sem medo algum e ele logo disse:

- Devia ter escutado a gatinha ali garotão. Acha que pode cuidar de todos nós é?
- Eu poderia tentar. E conseguir, claro.

Só então percebi que não estava em situação de desafiar ninguém ali. Olhando pela lateral do olho consegui ver perfeitamente dois deles segurando o braço de Lisi. Sim, eu também havia aprendido o nome dela e não gostava que a segurassem daquela forma. Então voltei novamente meus olhos para o garoto de 17 anos que tinha um sorriso maléfico em seu rosto.

- Gosta dela não é? - E conforme ele ia falando aproximava a mão do rosto dela - Sinto muito, mas agora ela é propriedade minh...

Não pude me segurar. Antes dele a tocar eu segurei seu outro braço e em segundos ele se virou com a faca em minha garganta centímetros antes de toca-la. Percebi também que outros dois colocavam suas facas em minhas costas sem perfura-las mas espetando-as.

- Idiota - Disse o garoto em seguida dando uma risada extremamente provocante. - Acha mesmo que vai derrubar todos nós?
- Tudo bem, tudo bem. Tenho uma proposta para você. - Disse a ele. Sabia muito bem que uma das principais lições da vida são que nunca se deve negociar com alguém como esse cara, mas sabia que se tirasse Lisi do meio daquela confusão, tudo ficaria bem.
- Hmmm... Interessante. Diga.
- O que acha, eu e você. Um contra o outro. Você com sua faca e eu com meus punhos. O que ganhar leva a garota.
- Hei! Não sou um troféu para ser disputada! - Disse Lisi.
- Quieta princesa. Homens falando aqui. - Disse ele de maneira completamente idiota a ela. Eu imaginei que Lisi fosse dizer aquilo, mas tinha de tentar. Ela era uma garota firme e sairia daquilo por si própria se necessário fosse, mas eu tinha de tira-la daquela confusão, afinal, eu a segurei ali por mais tempo do que deveria. - Certo. Mas se eu ganhar ganho o que?
- Você pode escolher: ou aceita meu desafio e decidiremos isso, ou pode nega-lo, mas não acho que essa seja a atitude digna de um gangster. Pelo menos não um que mereça respeito. - Naquele segundo consegui exatamente o que queria. Um olhar duvidoso de todo o grupo se lançou sobre seu líder. Todos ali gostariam de assumir a liderança e teriam esta chance se o garoto recusasse o desafio. Ele fez o lógico para um idiota que se alia a uma gangue como aquela.
- Esta certo. Pessoal, uma pequena distância por favor. Vou precisar de um espaço para não me sujar aqui. - Disse ele tranquilizando os outros como se dissesse "Hei, ainda sou eu. Vou vencer. Fiquem calmos.", mas eu sabia que ele nem imaginava o que ia enfrentar.
- Bem - Disse eu - Pode fazer o primeiro movimento.
- Já que insiste - Respondeu ele - Mas já vou avisando que será... - Ele fez uma breve pausa se virando de costas e dando o primeiro passo para se afastar, quando se virou com a faca em mãos mirando em meu pescoço e completando a frase - O último!

Porém, ninguém esperava por aquilo. Eu vi a faca vindo em minha direção e agora, alguns segundos depois, eu encarava com tédio a face surpresa do garoto. Uma leve luz azul se manifestava de minha pele por todo meu corpo e a lamina da faca, mesmo incrivelmente resistente, se despedaçou em várias partes que se lançaram ao chão.

- Ótimo. - Disse eu agora começando a esboçar um sorriso sarcástico - Minha vez agora.

Ele estava do meu lado esquerdo o que me fez levar o braço esquerdo a atravessar meu corpo para o lado direito e novamente cruza-lo em uma espécie de golpe de braço no ar parando com o braço esticado reto para a esquerda. Nem sequer havia encostado no garoto, mas ele voara diretamente contra uma parede a estourando e o enterrando nela com uma grande cortina fumacenta feita de poeira a volta do buraco. Todos me encaravam e levavam as mãos a suas cinturas prontos para sacar suas armas. Eu não tinha outra escolha. Em um segundo eu me movi. Eu gostaria de descrever, mas seria impossível pois ao mesmo tempo em que para mim eu dei dois passos largos e me aproximei de um deles, qualquer pessoa ou membro de Atlântida (mesmo que este achasse isso mais comum que um humano) teria me visto desaparecer em um ponto e reaparecer em menos de um segundo na frente de um dos membros do grupo. De toda forma, assim que encostei minha mão no peito deste ele voou de encontro a outra parede e novamente eu me movi na mesma velocidade de antes reaparecendo de costas a outro deles e com uma meia volta ainda no ar (pois dessa vez eu havia dado um pulo de costas que me fez parar onde eu estava ainda caindo) eu o atingi com o punho fechado no rosto que o lançou girando pelo ar ate parar se embolando em vários galhos de uma árvore. Só então eu voltei a tocar o chão e quando olhei para o lado outro deles tremia ao meu lado segurando uma arma em minha cabeça. Eu fechei os olhos e ri para ele e em meio segundo estava atingindo suas costas com minha mão com um empurrão. Ele voou de encontro com o tronco da árvore onde o outro estava pendurado e este caiu sobre ele terminando meu melhor combo ate então. Só então me lembrei que ainda havia mais um. Assim que me virei vi a arma dele apontada para mim. Lisi estava atras dele o que me tranquilizou por ela estar segura, porém, percebi que não daria nem sequer para alguém com a minha velocidade, chegar nele antes do primeiro disparo. Não que aquilo me incomodasse, mas decidi que talvez ele fosse alguém bom que fora obrigado a entrar naquela vida e resolvi lhe dar uma chance.

- Tudo bem cara. - Disse eu levantando as mãos como se dissesse "se acalme e abaixa essa arma" de uma maneira amigável - É só abaixar isso ai e eu te deixo ir na pa...

Mas antes de eu ter a chance de falar o "z", ele fez o primeiro disparo. Eu somente respirei fundo. A bala batera contra a aura azul que se lançava para fora de mim e caiu ao chão. Eu fechei os olhos, respirei fundo e quando ia lhe dar uma segunda chance ele disparou desesperadamente tentando me atingir. Eu novamente respirei fundo e disse:

- Isso que dar tentar ser tolerante. Por isso sou a favor do bata primeiro... - E depois de três passos minha mão estava estirada a centímetros do homem (aparentemente o mais velho deles) que logo voou estourando outra parede. - Ignore o que apanhou depois. Agora, Lisi, o que acha daquele café agora?
- Você é pouco exibido não? Vamos logo, mas não se acostuma. Enquanto não me contar toda essa história de Atlântida perfeitamente eu não te ajudo em mais nada.
- E quem disse que preciso de sua ajuda? - Disse eu em um tom de brincadeira.
- Olha, você me beijou e recuperou memórias. Mas eu também recuperei e sei que precisa de mim se quiser tanto voltar a Atlântida quanto a realizar a profecia.


Certo, agora foi minha vez de estranhar. Como saberia ela da profecia? Nem sequer ela deveria ter recebido essas memórias. Ela não demorou a perceber e logo mudou o seu ar de brincadeira também para um ar mais sério.

- Eu disse algo que não devia? - Disse se aproximando de mim.
- Ahn? - Perguntei enquanto me erguia de meus pensamentos como um grande idiota e logo disse - Ah! Não, não. É só que... Bom, vamos ao café não é mesmo? Lá eu te conto tudo.


----------------------------------------------------------------------

Não demorou e logo estávamos em uma lanchonete. Lisi havia pedido um suco e eu uma garrafa de Coca-Cola. Nós agora conversávamos e eu já havia contado a ela toda a história que Atlântida tinha com a humanidade.

- Entendi. - Disse ela - Tudo bem, os humanos foram idiotas mesmo. Mas você me chamou de "ponte" não foi? O que é isso?
- Basicamente, antigamente o povo de Atlântida e os humanos podiam se relacionar e quando nasciam crianças deste relacionamento, elas eram chamadas de pontes. Basicamente elas eram as pontes entre humanos e Atlântida. Porém descobrimos que conforme o tempo passa esse gene não sai da linhagem genealógica. Ou seja, a muito tempo atras, algum familiar centenário seu teve um filho com alguém de Atlântida e assim até hoje, os membros da sua família de parte de pai ou mãe tem nascido pontes.
- E o que isso tem haver com você, tirando o fato de você ser de Atlântida, claro.
- Basicamente, sempre que alguém de Atlântida vem parar em seu mundo, o "Poder" faz com que uma ponte sempre o encontre e ambos devem retornar a Atlântida juntos. Após isso a ponte deve receber algo como recompensa ou reconhecimentos e méritos, enfim, e então retornar a vida em terra.
- Certo, e quanto a profecia dos filhos de Atlântida?

Não pude evitar naquele momento de respirar profundamente e então voltei a falar com Lisi.

- Bom, dentre todo o nosso povo, sempre existiu desde o início sete pessoas que defendiam o nosso reino. Independente do que acontecesse, fosse guerra ou conflitos democráticos, estes sete sempre nos defendiam. Eles eram os Filhos de Atlântida. E assim foi por todos os tempos. Porém, na época em que meu mundo e o seu se separaram, os anciões proclamaram uma profecia. Disseram que o maior mal já visto por este mundo retornaria e que os únicos capaz de protege-lo seriam os sete Filhos de Atlântida. Basicamente esta é a profecia. Mas ninguém sabe quando isto ira acontecer.
- Entendo. Você podia me responder só mais uma pergunta sobre isso? Eu entendo se...
- Ei, calma, é meio difícil falar sobre isso para mim especialmente - percebi que neste momento ela me olhou estranhamente imaginando por que eu diria isso e eu preferi deixar em segredo por enquanto. Ela saberia quando chegássemos a Atlântida mesmo. - porém eu estou de viagem com você, então pode perguntar.
- Bom, o que exatamente diferencia esses sete de todos os outros?
- A claro, eu não lhe falei não é? São as "Sete Bençãos da Água". O povo de Atlântida, desde sempre teve uma grande relação com a água. Pense, com nossa tecnologia podíamos ter ido viver nos céus, porém preferimos ir para baixo da água. Sempre tivemos esta relação. E por isso provavelmente fomos abençoados com estas bençãos. As famílias que receberam duraram bastante tempo todas, porém foram se misturando e hoje somente três são as mesmas de sempre. Mas isso não é algo importante. Enfim, estas famílias nos defendem por conseguirem usar suas auras ainda mais espetacularmente que o resto de nós. As sete bençãos são: A benção Freática, a benção entregue aos puros de poder resguardado e gigante força interna por baixo de sua delicadeza; A benção das Nascentes, benção entregue aqueles que tem grande energia e força que parecem inesgotáveis por sempre se liberarem baixo e lentamente sendo digna dos hiperativos; A benção dos Lagos, benção esta destinada aos que mantém sua paz e força lado a lado mantendo sempre uma força incrível sempre sendo possuída por pessoas misteriosas e muito quietas; A benção do Veneno, benção esta vista por muitos com maus olhados é desejosa por poder mas como o veneno mais poderoso, é pura e os que a tem podem ser incompreendidos mas sempre tem algo maior por trás de suas atitudes.
- Faltam 3, se não for incomodo claro.
- A, claro que não. Na verdade foi de propósito. As três a seguir são as das três famílias que se mantém as mesmas até hoje. A benção do Rio, benção entregue sempre aqueles que são calmos e tranquilos de caminhos diversos mas sempre bem definidos e objetivos que em tremenda paz escondem um poder a tamanhos alarmantes; A benção do Mar é aquela que somente os grandes e fortes como o mar recebem, é certo que aqueles que a tem terão um certo desequilíbrio emocional que vive oscilando e é sempre imprevisível assim como o próprio mar e por fim, A benção do Oceano. Esta é reservada a pessoas que tem grandeza e poder, espirito de liderança e a verdadeira dignidade de um grande rei... É por isso que o rei de Atlântida, ou pelo menos, aquele que é visto por todos como referencia entre todos os sete, é aquele que tem a Benção do Oceano. Todos esperam o mesmo de seu filho, mas eu conheço a peça. Não se compara ao pai e duvido muito que sera o que um dia o pai fora.

Então um ar de silencio tomou conta e só foi quebrado por Lisi.

- Bom, então... Vamos a Atlântida?
- A, claro. Vamos nessa.

[...]


CONTINUA



Última edição por rodrigo217 em 6/6/2013, 22:15, editado 2 vez(es)
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romulop2b



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 22:40

maneiro véi realmente amei man na boa
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/5/2013, 23:55

vlw cara, que bom que gostou, serio msm, tava esperando alguem comentar kkk, ja completei la, caso ninguem tenha entendido o porque do nome JAKE la em cima, e pq basicamente esta fic eu vou fazer diferente,cada cap tera o nome de um dos personagens (provavelmente so tera de quem ta participando mas talvez tenha de alguns criados tambem) e conforme o nome mudar muda o narrador. Como nesse era Jake (no caso eu) eu narrei a fic como eu sendo Jake. O proximo sera outro nome e então o narrador principal sera este, assim estarei sempre mostrando os mais diversos pontos de vista de cada um. Bom e isso ai,espero que gostem da cap pessoal,ate o proximo ae Smile
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romulop2b



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   27/5/2013, 00:32

assim como na série de livros Heróis do olimpo maneiro
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Mizumaru



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   27/5/2013, 09:42

Maneiro o cap man, mas sinto q vc nem respondeu a pergunta do romulo, pq vc sumiu do fórum?
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   27/5/2013, 09:58

a ta, maus kkkkkk, acabei esquecendo. Bom, basicamente digamos que começou quando eu parei de curtir tanto digimon, dai parei de curtir uns outros animes, e por fim maninho eu parei de curtir todos e sei la, acabei me distanciando do forum por isso, creio eu, mais toda vez que eu me encontrava fazendo algo tedioso ou algo do tipo no pc, eu lembrava do povo aqui do forum e de como sempre tinha risadas (discussoes, brigas, intrigas, mais isso era lgl tbm e ajudava a ficar mais unido kkk) e acabei resolvendo voltar por causa disso entende? Tipo, nao sou mais nem perto de ser um otaku creio eu (nunca cheguei a ser um mais ja cheguei perto) mais mesmo assim queria rever o povo daqui e quando voltei acho que foi normal eu nao resistir ao impulso de escrever uma fic pq, sei la, o forum tipo foi uma boa parte da minha historia (um ano, com toda certeza, mais ao mesmo tempo que eu tive o melhor ano da minha vida (sim ano passado foi o melhor ano que eu ja tive) vcs todos tavam juntos) entao foi por isso que decidi voltar. Preferi nao falar nada pq mta gente curte animes mano, e eu n me importo nem um pouco cm isso, so nao curto mais tanto como ja gostei um dia. Enfim, e isso (ta, saiu um testamento ao inves de uma resposta mais e isso ai kk)
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Digimons BF5



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 00:08

Rodrigo-kun, entenda que tudo o que você escreve vai sair em forma de testamento kkkkkk Sempre que eu vejo suas fics ou fichas eu coloco a mão na cabeça me perguntando de onde você tira tanta palavra O.O Enfim né kkkkkkk Adorei o primeiro capítulo muito mesmo, e a história é simplesmente incrível! Mas eu tenho uma dúvida sobre as Bençãos das Águas: Elas são divididas em famílias diferentes, ou irmãos\primos\parentes de uma mesma família podem ter Bençãos diferentes?
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Mizumaru



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 07:51

que bonitinhu :3 emocionei agora véi
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rodrigo217



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 08:45

Kkkkkkkkkkk, eu ri agr mizu, mais Theo, poise já to tentando me acostumar kkk, mas quanto as bênçãos, elas no caso pertencem cada uma a uma família, mas as famílias nao tem parentesco entre si entendeu? Mais ainda sim tem alguma variações ai no meio que ainda vão aparecer blz? E vlw, q bom q gostou da fic
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 12:16

Caraca, pensei que nunca ia terminar d ler. kkkkk
Mas tá bem legal cara, vc tem razão, mostrando os filhos de Atlântida, dá pra ver que não são tão parecidos com os plágio que vc queria fazer Extras.
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk (Foi piada isso aí, não leva a sério)
Mas achei interessante esse negócio das bençãos e de que cada capítulo seria narrado por um personagem diferente. Bem maneiro mesmo.

E não liga pelo seu motivo de sumiço não xD
Também temos os mesmos motivos. Também não gosto de animes. Nem um pouco. Fico aqui por causa do pessoal.
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Mizumaru



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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 18:18

fale por você mesmo U.U mas eu tbm nem gosto muito de animes, prefiro os mangás xD
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   Hoje à(s) 03:39

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Os filhos de Atlântida
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