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 Os filhos de Atlântida

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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 18:46

kkkkkkkkkk vcs nunca mudam ^^
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WilDigimon

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 19:08

Rodrigo ficou mt legal a fic cara , nao tenho que falar pois td o que tinha a dizer nossos comanheiros disseram e cocondo com vc Ferns nem sabai quendo ia acabar o primeiro eps xD.
Mas entao o forum ta melhorando ao meu ver(em relaçao de quando tava deserto), mas ébom ver que ainda exite companheirismo no forum.
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 19:35

Nossa, serio, vlw pessoal kkk, até achei que o povo ou n tinha gostado da fic ou tava com raiva pelo q eu tinha dito como justificativa, mais vlw msm, q bom q gostaram ae, ferns, kkkkk, eu sei, disfarço o plagio mto bem kkkkkkk, to brincando, romulo, e assim msm kkkkk, nunca iremos mudar, e wil, vlw cara, tbm espero que o fórum possa voltar a ativa total que ele já teve
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/5/2013, 19:38

A e claro pessoal, acho que o próximo cap sai hj, senão sai amanha com ctz blz?
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   29/5/2013, 22:05

"E então, em um simples susto, todos já estavam espalhados por todas as partes do planeta e o fim do mundo cada vez mais rápido vinha se aproximando deixando cada vez mais certo a dependência da Terra por seus defensores..."



Capítulo II
DIEGO


Bom, aqui vou eu. Acho que meu nome já ficou obvio para todos então não tem nenhum porque de eu voltar a escrevê-lo. Basicamente a minha história começa, assim como a de tantos outros que vocês provavelmente ainda verão, com um despertar em um lugar qualquer. Sim, eu acordei cercado por uma imensidão branca refletindo o sol o que fez meus olhos doerem e em minha frente, um som reconfortante e acolhedor ao tempo em que também era violento e poderoso. Era surpreendente como escutar aquele som me lembrava de casa. Mas enfim, voltemos ao desenrolar da história. Depois de alguns minutos de estar ali, deitado, vencido pelo cansaço no chão e ver algumas pessoas somente de roupas de baixo correndo em direção ao som, eu finalmente me levantei. Observei bem e constatei minhas teorias: eu estava em uma praia. O som que escutara era definitivamente do mar e eu definitivamente estava no mundo humano. Mal me levantei e logo vi uma garota andando na praia. Digamos que ela era bem atraente mas não tive tempo para repara-la. Logo me aproximei e a beijei sem problemas. Coisas como aquela eu poderia fazer a todo momento então logo me separei dela e sai andando normalmente. Agora aquela língua havia se infiltrado em mim e sem nenhum problema eu poderia me comunicar com o povo dali (mesmo sem nenhuma vontade de fazer isso). Comecei a caminhar a procura de algo a reconhecer naquele local. O fato é que, conheço toda a Atlântida perfeitamente como a palma da minha mão, porém o mundo humano é meu inimigo geográfico e por isso, precisaria de algo que me dissesse exatamente onde estava. Estava andando ao longo de uma calçada e já havia um bom tempo que não via nada a não ser olhares estranhos virados para mim. Aquilo já começara a me dar nos nervos. Basicamente desde que eu me levantara tinha ouvido em toda parte somente pessoas criticando minhas roupas e cabelo. Sinceramente, o que tem de errado com um cara de blusa, jeans e tênis pretos? A claro, e meu sobretudo vermelho. Mas isso não faria diferença alguma ate onde eu sabia. E claro, meu cabelo era branco, mas sinceramente, haviam tão poucas pessoas assim nas cidades em terra? Bom, pouco me importava aquele ponto. Eu andei ainda mais e cada vez mais ate finalmente encontrar algo que me era familiar. Algo que eu conhecia em meio aquela quantidade de coisas diferentes. Uma gigantesca pontes de vários quilômetros que se estendia de um pedaço de terra ao outro por uma incrível distancia: Rio-Niterói. Eu finalmente estava na trilha de casa. Não fazia a mínima ideia de como havia ido parar ali. Estava agora indo em direção a ponte. Logo a minha frente estava a região onde ela tem uma elevação na forma de um arco e era exatamente ali que estava minha passagem de ida para casa. Eu olhei bem para água e no último segundo, quando estava prestes a pular, senti algo me puxando pelas costas. Assim que recuperei o equilíbrio vi um grupo de garotos com por volta de uns 19 anos. Todos achando que eram alguém para vir falar comigo e ainda seguravam alguns uns pedaços de madeira e outros um canivete de plástico. Eu encarei o que tinha me puxado pelas costas. Ele logo começou a rir e disse aos idiotas que o acompanhavam:

- Olhem só pessoal, mais um daqueles otários que se vestem igual desenho! - E todos começaram a cair na gargalhada - Olha só que ridícula essa roupa e esse cabelo pintado de branco! - E novamente um coro de gargalhadas.

Eu já quase havia estourado e encarava cada um tentando manter a pouca paciência que ainda me restava.

- Olha, desde de que me levantei até agora eu já ouvi umas 25 pessoas falando da minha roupa, umas 15 falando do meu cabelo e você já me provocou duas vezes. - disse eu contando cada fala no dedo - Então, uma dica: sai daqui enquanto você ainda tem tempo, por que se eu estourar, maninho, não vai ser legal. Então se eu fosse vocês eu...
- Você o que o vovô? Não tem nada ai que você tenha para fazer qualquer coisa a não ser entregar logo tudo que tem e rezar para que a gente não te faça nada de pior.

Foi a gota d'água.

- Ótimo. Se é assim que você quer...

E em um segundo o babaca boca grande estava girando no ar acima de todos e eu com um pulo cheguei a mesma altura que ele. Por volta de uns 5 metros de altura (não quis exagerar com um humano). Eu juntei as mãos em um único punho e acertei bem no meio da barriga dele. Em mais um segundo havia uma pequena cratera no meio da ponte e um garoto inconsciente estava caído no meio dela. Eu então parei em pé bem ao lado da cratera.

- Assim será, idiota.

Todo o restante do "bando" dele estava agora na outra extremidade com pedaços de madeira e canivetes de 1,99 em mãos. Pareciam querer brigar mas com muito medo para isso.

- Tudo bem, vou dar dez segundos para vocês saírem daqui ilesos. Um... - Eles não pareciam ter a intensão de sair correndo, mas se mostraram apreensivos quando coloquei as mãos para trás aparentemente segurando algo preso a minhas costas - Dois...

Neste momento em minhas mãos surgiram minhas duas sempre fiéis pistolas gêmeas: Sea e Reef. A primeira incrivelmente branca como o mais puro sal existente no fundo dos mares mais profundos. A segunda negra como o mais sólido recife existente em toda a imensidão azul- esverdeada. Essas duas se materializavam em minha mãos sempre que necessário em áreas onde o ar marítimo esteja. Caso contrário elas costumam ficar em um cinto próprio para as duas cruzado na blusa preta, mas isso não vem a questão.

- Três...

E assim levei os braços para frente com as armas em mãos. Eles pareceram exitar mas então uma gota pingou da ponta da Sea e um deles riu e então disse:

- Pretende nos matar com pistolas d'água é?

Eu então dei um sorriso ao tempo em que continuei a contar.

- Quatro... Basicamente se é nisso que quer acreditar... Cinco... Não vou contestar. Mas boa sorte... Seis... - Então eu girei as aras e assim que as parei eu posicionei a parte superior de uma grudada a da outra aproximando o ponto de disparo delas. - Sete! - E com uma voz definitiva eu disparei. Da ponta de cada uma das gêmeas saiu um projeto de bala. Da branca uma bala feita completamente de água e da negra uma bala feita de sal, pedras marinhas e corais. Basicamente duas balas para se unir em um projeto mínimo do mar. Ambas foram em uma velocidade espantosa dançando uma ao redor da outra e atingiram o chão próximo dos seguidores do idiota mor. Assim elas abriram uma pequena cratera no chão que logo se encheu da água azul esverdeada do mar. - Muito bem, três segundos para saírem bem daqui. - Aquele momento ali foi uma grande mentira pois eles já estavam sem nenhuma chance de sair ilesos dali, mas dar esperança a eles seria legal, foi o que pensei quando disse aquilo. Mas eles pareceram não se importar e permaneceram ali. - Ótimo. Decidiram ficar certo? Vamos ver então o que vão achar depois disso!

Assim que disse isso uma pequena luz verde na cor do mar começou a se manifestar ao redor do meu corpo e com um soco no ar, um turbilhão de água giratório saiu da cratera feita pelas balas e logo envolveu um dos três idiotas ali. Vi que os outros dois resolveram tentar sair. Infelizmente para eles, eu já havia dado tempo o suficiente e logo do primeiro turbilhão se gerou um segundo que avançou e engoliu os outros dois. Eu uni meu punhos novamente e os três agora estavam presos em uma enorme esfera de água. Eu ergui os braços e os abaixei com força e a esfera de água estourou no chão junto deles que caíram completamente sem ar, exaustos e bem acabados pelo impacto. Nesse instante então eu vi que um carro vinha em nossa direção ( o transito estava bem parado até então e nenhum carro havia passado ainda) e o homem dirigindo dentro do mesmo tinha uma cara de assustado. Sabia que atenção ali era a última coisa que eu poderia querer e logo me posicionei a beira da ponte e pulei. Assim que entrei na água comecei a dizer mentalmente sabendo que o mar me escutaria:

- Atlântida, senhora de todas as águas, peço-lhe que já que de suas águas vim, a suas águas eu retorne. Permita-me que novamente possa existir em seu reino minha vida e que em seu lar eu possa também repousar.

Logo fechei os olhos. Em um segundo fui tomado por completo por um turbilhão de água que me guiou em enorme velocidade até Atlântida. A viagem foi longa e cada vez mais eu sabia que me aproximava de Atlântida. Mas algo estava errado. Eu me aproximava de Atlântida, mas Atlântida não se aproximava de mim. Era pelo menos o que parecia, pois mesmo quando eu estava de frente a Atlântida eu mal a sentia, sendo que Atlântida poderia ser sentida por qualquer um de seu povo do outro lado do mundo. Atlântida estava fraca, fria... Atlântida estava perto da morte. Aquilo me apavorava. Nunca senti medo em toda minha vida e agora ele me tomava por completo. Assim que atravessei a película que cerca Atlântida ( a coisa que separa o que é de Atlântida e o que é humano) eu me antecipei e invadi Telmarion. Esta é a cidade principal de toda a Atlântida. A cidade onde o palácio dos 7 guardiões reina. A cidade onde se um dia Atlântida fosse atacada, deveria servir como defesa a todos os que pertencessem a seu povo, agora estava deserta. Nem eu poderia acreditar naquela cena. Tudo que eu esperava naquele exato momento, era que aparecesse alguém ali. Nem que meu próprio pai me xingando. Já seria isto um alívio. E foi então que vi. Em uma explosão que ergueu fumaças e atravessou uma parede ( uma das poucas que ainda se mantinham em pé) um homem fora lançado contra ela e o mesmo a havia atravessado parando em meio ao pátio estatelado. Então o seguindo através da fumaça eu vi outro. Um que estava pronto para atingi-lo com tudo que tinha. Um que iria finalizar aquela batalha. Um envolvido em uma aura azul, mas não somente uma aura e sim uma aura de um Filho de Atlântida, recoberta de imenso poder a sua volta. Reconheceria aquela aura em qualquer lugar, e principalmente, aquele que ela cercava. Aquele o qual um dia fora meu grande amigo naquela nação e ao mesmo tempo, o único capaz de me divertir. Ali estava, o filho de Poseidon...

[...]
Continua...
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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   29/5/2013, 23:24

show manolo o cap ta demais ^^
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WilDigimon

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   29/5/2013, 23:42

ficou bem legal o eps, esse esquema de ponto de vista ta dando certo cara Smile e boa sorte aí Surprised
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 00:01

Vlw pessoal, que bom que gostaram, o próximo provavelmente será o ultimo que mostrara novamente um outra parte com outros preso e ai eles vão se juntar e dai para frente os cap vão ser sempre continuação um do outro (mas mudando o ponto de vista) (romulo, e bem no estilo os herois do Olimpo mesmo kkk)
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Digimons BF5

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 01:41

Ahhn, incrível Rodrigo-kun! Adorei o cap *u* Mas Diego é muito estressado, vish u.u
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Mizumaru

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 05:55

sou mesmo U.U hsuahusa amei demais o cap man, muito massa sem nem o que dizer mais(^os de cima disseram todas as frases boas ¬¬^)
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 10:07

Kkkkkk,vlw ae pessoal, Theo, no caso ele é o típico estilo de pessoas que tem a benção do Mar entende? Basicamente ele é estressado por natureza kkkkkk, e vlw ae pelos comentários
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Ferns

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 17:11

Outro ótimo cap.
Mas cara, uma dica.
Quebre as linhas. Aqui no fórum, é muito ruim ler linhas totalmente compostas, fazendo até bagunça na cabeça. Crie mais alguns parágrafos, principalmente no início, que são as partes mais cansativas.
E tá me lembrando "um cadinho assim" A Batalha do Apocalipse. Especificamente o arco dos Herdeiros de Atlântida....
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 18:03

Vlw Ferns, pode deixr, vo colocar um espaço para afastar as linhas umas das outras, e quanto a isso de Batalha do Apocalipse, nunca ou vi flr, e tipo serie, anime, jogo?
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 19:14

É um livro kkkkk
No livro, Atlântida cai por causa de uma traição, e os anjos aprendem a nossa língua beijando residentes.
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 19:50

O.O, é ainda mais parecido do que você imagina,só por estas duas frases já deu para mim perceber,pessoal, acho que vou escrever o próximo cap hj (se não sair hj, sai amanha)
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Ferns

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 20:05

Veash, descobri a queda da sua Atlântida né?
kkkkkkkkk
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/5/2013, 20:33

bem, sim e não kkk, digamos que tem muita coisa por trás disso ai ainda para você descobrir
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   7/6/2013, 22:56

" Uma guerra pelo futuro do mundo é inevitável e um confronto deverá acontecer de qualquer maneira, mas existe mais de um caminho a se seguir e cada um destes leva a um resultado. Estes porém, somente os sete escolhidos (pelo que humanos chamam de destino e nós conhecemos como o poder) poderão escolher e decidir assim, o futuro deste nosso mundo... "

Livro dos Anciões, pág 226, linha 7, presságio 21



Capítulo III
JAKE


Agora eu e Lisi estávamos no porto de Atlântida. Mas acho que isto é muito repentino então explicarei como tudo aconteceu desde o último ponto da história... Basicamente, após a conversa, nós nos direcionamos para a Estatua da Liberdade onde atrás dela, mergulhamos e fomo parar em Atlântida. Dai você pergunta "Mas então Atlântida fica em Nova Iorque e é bem rasa certo?". Não. Atlântida na verdade não tem um ponto fixo, o que ajuda ela a não ser encontrada, além de claro a película que a envolve, protege e esconde dos humanos, mas isso são outros quinhentos. Basicamente o que estou falando são os conhecidos como Pontos de Retorno. Estes são espalhados por todos os cantos do mundo e são usados por nós para quando quisermos retornar para Atlântida. Estes nos envolvem em turbilhões que são os transportadores. Estes transportadores nos levam de volta a Atlântida e nos deixam nos chamados portos. Locais gigantescos que parecem com pistas de pouso de aeroportos, porém com um tráfego somente de várias pessoas.

Mas voltando a história, eu e Lisi havíamos chegado a Atlântida, porém não parecia nem um pouco. Nem sequer um som. Um movimento. Nada. Atlântida não parecia a mesma. Estava vazia e sem ninguém. O porto pelo menos estava assim e logo que saímos deste, percebemos que esta situação se expandia por toda a cidade de Telmarion e até onde se podia ver, por toda Atlântida.

- Lisi, não sai de perto de mim certo?
- Hei! Tudo bem, você me protegeu lá em cima, mas não precisa ficar tão assim. Eu sei me cuidar.
- Não tenho dúvidas disso. Mas Atlântida não esta normal. Não digo somente por estar assim abandonada... - Neste momento me interrompi. Sabia muito bem que aquilo não era bom sinal. Basicamente além de sempre movimentada, Atlântida sempre foi incrivelmente bonita e cheia de monumentos, casas decoradas, fontes e estatuas espalhadas por toda ela. Agora porém, estava além de deserta, completamente aos pedaços. Algo havia acontecido ali. Uma espécie de batalha ou rebelião, não sabia ao certo. Mas sendo o que fosse, não era nada bom. Só então percebi que havia me perdido em pensamentos e Lisi me olhava como se esperando o complemento da frase e um pouco preocupada comigo de uma maneira positiva. - Me desculpe. Quero dizer que, além de em pedaços, a aura que a própria Atlântida emana está terrivelmente fraca. É como se mesmo aqui, eu estivesse a vários metros de distancia dela. Por isso estou preocupado com você.
- Ei, se acalme. - Disse ela sorrindo gentilmente. Até agora, havia conhecido uma boa parte de Lisi, mas esta tranquila, serena e confortadora eu nunca havia visto. - Eu sei que não deve ser fácil. Mas eu estou aqui. Vou ficar com você até o fim dessa história certo?
- Valeu. - Disse eu e só então percebi como aquilo parecia pouco caso dela, tendo ela mesmo parecendo pouco, feito muito por mim ali agora e logo em seguida concertei - Digo, muito obrigado. - Ela limitou-se a um simplório sorriso. - Bem, vamos. Sei onde todos devem estar.
- Como assim?
- Bom, se realmente aconteceu um desastre tão grande, todos se reuniriam no Salão Klímaka.
- Salão o que?
- É a maior parte do palácio submarino. Feito para aguentar milhões de tropas. É o refúgio principal de Atlântida. Se tem um lugar onde todos estão é la. Não fica longe daqui, vamos.

Finalmente estava prestes a voltar a caminhar com ela. Mas então, veio aquilo. Aquela sensação. Era algo que estava presente desde que cheguei ali mas agora parecia maior e em movimento. E só então, eu vi um homem. Um homem que simplesmente surgira de uma rua e então se virara para mim. Ele agora me encarava. Seus olhos eram frios e completamente sem nada. Era como se fosse somente um desses brinquedos que você olha para o olho feito de vidro e pode imaginar tudo e nada ao mesmo tempo.

- Lisi, se afasta.

Foi tudo o que pude falar. Não tive tempo de pensar e meu braço direito se esticou e minha mão já estava na frente de todo meu corpo agarrando o punho do homem. Este se lançara na mesma velocidade que eu conseguiria com a aura me cercando. Sua força era sobrenatural e segurar o soco que ele havia tentado me atingir era quase impossível. Só então me toquei que era obvio que se ele estava ali, ele conseguia aguentar muito mais do que uma pessoa comum, e então, senti a aura cercar meu corpo e agarrando firmemente o punho dele, pude equivaler a disputa. Só então manifestei toda a força que estava até então usando para segurar o soco dele para girá-lo e lança-lo a outra extremidade da grande rua onde estávamos.

- O que é esse cara? - Perguntou Lisi já mais distante.
- Não sei, mas não é de Atlântida. - Disse eu o encarando. Mesmo agora, depois de ser arremessado e cair no outro lado da rua em pé, ele se encontrava sem expressão e ileso. - Ele não emana aura nem nada que algum ser vivo possa ter. Ele não vive, só se move. Mas mesmo assim, alguma coisa ele consegue manifestar. É como se eu sentisse o que o faz... Viver... E eu já senti isso antes... - Só então começava a ligar as coisas.
- Onde? - Perguntou Lisi.
- Quando entramos. Eu senti essa... Isso que ele consegue transmitir. É como sentir a vida dele. E isso esta espalhado por toda Atlântida. Isso é o rastro de destruição que consigo sentir em cada uma das coisas aqui. - Agora eu começava a caminhar em direção a ele. Minha aura fervia para fora de meu corpo de maneira que eu a mantinha somente conseguindo a segurar bem dificilmente. Não liberaria tudo que tinha na frente de Lisi. Ainda era cedo para entregar todos os pontos a ela. Mas também não iria segurar muito de mim. Aquele cara destruíra de alguma maneira meu povo, e minha vingança aconteceria de qualquer forma. Ele se arrependeria de ter encostado um dedo em todo o reino de Atlântida!

Eu rapidamente me movi e estava na frente dele. Minha mão direita fechada em um punho agora atingia exatamente o centro de todo seu rosto. Ele rapidamente voou e estourou uma parede. Pensei que seria o suficiente. Me enganei. Logo ele se levantou e veio em minha direção.

Se ele achou que iria me atingir errou feio. Assim que chegou perto e tentou me socar, eu fui para o lado e em meio segundo, estava atrás dele. Lhe desferi um soco que o fez voar fortemente para frente, porém, antes de bater em algo, eu voltei rapidamente a sua frente enquanto ainda estava em pleno ar e segurando o punho direito fechado com a mão esquerda, eu o atingi com o V que meu braço formara bem com o cotovelo. Ele fortemente bateu contra o chão abrindo uma cratera de tamanho bem razoável.

Depois daquilo, ele não poderia estar bem. Não mesmo. Nem sequer um descendente de Atlântida estaria bem depois de tanta energia descarregada pela aura ao mesmo tempo da velocidade e intensidade dos golpes. Porém, do meio da fumaça, eu pude ver claramente um braço saindo como se tentasse me alcançar, e da simples cratera que agora a fumaça se extinguira do redor, somente havia um homem caído nela com uma face inexpressiva novamente. Eu não podia acreditar. Nada além de alguns poucos arranhões. Ele parecia não conseguir se mover, como se fosse um robô incapacitado de saber se levantar após uma queda mas ciente de que sua missão era me destruir e desta forma, não desistiria daquilo mesmo caído.

Então em um só segundo eu pensei em todas as dificuldades que vários devem ter passado tentando acabar com aquele cara sem sucesso. Tudo que ele havia destruído. E a única coisa que vinha a minha cabeça era cada vez mais e mais vontade de destruí-lo. Eu olhei para o braço dele para cima como se fosse alcançar um soco em mim e resolvi que aquele golpe seria a gota d'água. Caso ele não fosse destruído, eliminaria aquela ameaça a força.

Agarrei o braço dele e com um lançamento, ele estava no ar. Girava rapidamente enquanto eu dava uma breve corrida em terra e em meio segundo, com um salto, lhe desferia um soco no centro da barriga o que entortou seu corpo o fazendo subir ainda mais alto no "céu" de Atlântida. Em outro meio segundo, estava acima dele com o braço ainda na posição como se estivesse enganchado na boca do estômago dele. Só então abaixei atingindo um único soco em suas costas o que o fez voltar ainda com mais força a sua queda, agora acelerada pelo impacto. Eu então levei outro meio segundo e segurando seus ombros o virei para que caísse de barriga para cima e então reapareci ao lado do ponto onde ele iria cair pouco antes disso acontecer. Assim que passou por mim, antes mesmo dele tocar o chão, eu desferi outro soco contra ele. Este porém eu parei por volta de dois centímetros antes do corpo dele.

Nesse segundo, o tempo pareceu parar. A pressão que vinha de cima exercida pelo soco colidiu com a que vinha de baixo naturalmente e que reduzia a velocidade e o impacto da queda dele. O corpo ficou estendido no ar, pouco antes do chão e só então, toda a pressão de cima colidiu com a de baixo com toda a esmagadora força que todos aqueles golpes anteriores haviam liberado no ar e agora se reuniam a favor do meu punho se unindo a ele. Uma grande energia percorria não só dentro de mim mas fora também graças a aura que intensificava sua força com toda aquela descarga de adrenalina repentina. A pressão então explodiu contra ele e logo, ele estava dentro de uma cratera. Esta sim deveria ter uns 10 metros de circunferência estando também eu dentro dela.

Meu punho ainda alguns centímetros dele e minha raivam agora se acalmando. Em um pulo estava fora da cratera e ao lado de Lisi. Ela me olhava surpresa como se não esperasse tanto de uma luta.

- Ei calma, não precisa ficar tão assustada. Acho que exagerei um pouco mas não é para tanto também - Disse eu completando com uma risada sem graça.

Ela agora parara de me olhar e olhava pasma para a cratera, e antes que eu pudesse escutar ela dizer qualquer coisa, escutei algo que simplesmente me enlouqueceu. Minha aura que havia se extinguido agora retornara com toda a força e vitalidade e eu encarava meu adversário. Ali estava ele. Logo atrás de mim, em pé novamente. Desta vez havia conseguido se levantar, mas a expressão continuava imparcial. Algumas partes de sua pele e locais da roupa como joelhos e ombros estavam completamente queimados pela energia liberada e mesmo agora, ele se mantinha sem problemas em pé.

Ele então se lançou em alta velocidade a minha direção, porém, com a aura, eu era mais poderoso do que da primeira vez que ele investiu contra mim e desta vez, antes mesmo dele chegar, eu fui em direção a ele e lhe desferi um soco no meio do rosto. Senti algo amaçando. Um pequeno amaço depois de tanto tempo de batalha e ele voou incrivelmente rápido e sem nenhuma imperfeição até o outro lado da cratera, onde explodiu uma parede de uma pequena casa. Só então percebi que não era uma casa, e sim um dos abrigos de emergência que se espalhavam pela cidade. Estes tinham o mesmo objetivo do grandioso Salão Klímaka, porém, eram mais fracos e foram feitos somente para abrigar uma menor quantia de pessoas enquanto não estas não pudessem ir para a verdadeira defesa impenetrável.

E então, após toda aquela fumaça eu pude ver. Pude ver um pequeno brilho que logo começou a se multiplicar em vários, em milhões de brilhos. E então eu vi. A fumaça abaixou-se e a fonte de brilho estava la. Milhões e milhões de lacrimas. Lacrima de Atlântida.


Provavelmente vocês não entenderiam o porque de naquele segundo, todo o ódio do mundo ter se tornado minúsculo perto da raiva que sentia, mas vou explicar. Basicamente quando os humanos morrem, seus corpos são abandonados por suas almas que vão para um local desconhecido pelos mesmos e seus corpos inanimados são enterrados. Nos de Atlântida porém, ao morrermos, nos tornamos as chamadas Lacrimas de Atlântida. Estas basicamente são um pequeno colar com um pingente em forma de gota feito da aura da pessoa que brilha durante mil dias. Os anciões dizem que se você soltar a lacrima no mar, ela vivera seus últimos mil dias felizes e assim que se apagar se unirá a imensidão azul. Dizem até que os mais bravos guerreiros foram concedidos mais de uma vez a voltar a vida e só então foram descansar felizes se tornando também espíritos das águas.

Ali porém, havia milhares e milhares de lacrimas. Suficientes para se ainda vivas ocupar por volta de um estado inteiro ou ate mais. Todas ainda brilhando. Porém aquilo não era uma cena bonita. Sabia muito bem que aquilo era a queda de uma grande parte de meu povo e agora aquele homem se tornara o alvo. Ele se arrependeria de ter matado os daqueles ali que ele matou e os que não matou.

Toda minha aura se desmanchou do meu redor e agora eu estava de volta a um corpo comum. Minha cabeça baixa. Meus punhos cerrados com uma força que nunca estiveram antes. Eu ouvia claramente ele se levantar identificando cada movimento ate perceber que ele estava finalmente de pé. Uma gota azul (sim, pois o sangue dos descendentes de Atlântida é azul, e é inclusive dai que se vem os ditos de que nobres tem sangue azul) pingou de minha mão direto para o chão e assim que encostou eu levantei os olhos encarando o tal homem.

Neste exato momento minha aura explodiu anormalmente grande. Resolvi finalmente mostrar a Lisi quem eu realmente era: Um filho de Atlântida. Todo a minha aura agora estava parecendo chamas azuis que cresciam cercando meu corpo. Não era mais uma simples luz ao meu redor. Não. Era agora muito mais incrível e poderoso do que nunca. Eu sabia pois eu mesmo já havia visto aquilo várias vezes. Finalmente, estava pronto para acabar com tudo.

Em meio segundo estava ao lado do tal homem e um soco já o atingia na bochecha. Esta era só a primeira prova de toda minha força e raiva juntas em uma só. Ele voou por uma rua por volta de três quarteirões e atingiu uma parede atravessando-a e somente parando ao bater em uma outra após esta. Assim que tocou o chão eu já estava acima dele o encarando. Novamente agarrei seu braço e ele agora voou ainda mais alto pelo ar.

- Te mostrarei o que acontece quando desafiam Atlântida! Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa!

Tudo bem, podia parecer que não, mas naquele instante, aquele grito foi capaz de liberar toda a raiva que tinha e converte-la em poder. Transformá-la em inteligência para acabar aquela batalha. Eu comecei então a reunir minha aura em meu braço direito. Conforme eu ia reunindo ia moldando ate que uma corrente azul brilhante estava envolvida em meu braço e na sua ponta uma âncora. Ainda no fim do grito eu lancei a âncora pela corrente e esta tinha uma ponta afiada em seu meio. Ela avançou e atravessou o tal homem ainda no céu. Ele pareceu finalmente demonstrar alguma emoção. Dor. Sua face mudou um pouco mas eu não me importaria aquele ponto.

Eu logo puxei a corrente e o corpo dele foi vindo junto dela ate estourar uma boa parte do chão junto do impacto. Logo eu reuni uma incrível quantidade da aura em meu braço esquerdo formando uma pequena esfera azul. Eu então apertei firmemente a corrente que logo se desfez junto da âncora se tornaram vários fios da grossura aproximada de uma caneta cada, todos brilhando em azul e atravessando o corpo do tal homem ao tempo em que o estendia ao chão e o parecia costurar ao mesmo, mesmo que o perfurasse em vários diferentes pontos aleatórios. Eu então juntei ambas as mãos e as separei passando a esfera a mão direita e logo a lancei contra o corpo que estava no chão agora.

Assim que a esfera atingiu o corpo ela se desfez e logo surgiu uma grandiosa esfera azul brilhante ao redor do corpo. Este logo começou a girar a parte de dentro como um grande turbilhão de água que somente pode girar e girar ainda mais sem local para onde sair. Só então fechei a mão e a esfera se reduziu a nada liberando uma grande energia por toda parte. Não havia restado nada do corpo, literalmente, a não ser algumas gotas de água caídas no chão que era o resquício do que um dia havia sido seja la o que for que era aquele homem.

Só então percebi que ao meu redor, toda a área estava destruída graças a enorme quantidade de energia e poder liberados. Não que fosse normal isso acontecer sempre, mas como havia um bom tempo que eu não liberava este poder e de repente eu liberei todo o poder que tinha com toda a raiva que tinha de uma só vez. Estava exaustivamente acabado.

Tudo que vi antes de cair foram Lisi e um antigo amigo meu se aproximando. Era ele mesmo. O Havia escutado me chamar como antigamente.

- Filho de Poseidon - Imaginei eu, logo dando um pequeno riso me lembrando de antigamente. Sim, só poderia ser ele. Aquele que conseguiu se equiparar a mim em várias lutas. O meu melhor amigo abaixo dos níveis do mar. O Atirador dos Mares.

[...]
Continua...
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   7/6/2013, 22:58

Bom pessoal, ta ai o novo cap. Sei que deveria ser um nome diferente para narrar ou algo assim mais os outros perso so vão aparecer no prox cap e para isso precisam de história, entao o prox e do mizu narrando, e ai já somos nós juntos mudando os diferentes pontos da narrativa entre todos blz? qualquer duvida so perguntar ae, espero que gostem do cap, vlw ae pessoal
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Mizumaru

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   8/6/2013, 07:56

Sad sem palavras man, pode até parecer babação de ovo(:p) mas, tenho que admitir que você quase se comparou ao rick(amigo íntimo meu xD) na criatividade da narrativa e na diversidade de vocabulário e ações emocionantes(feel like a juri técnico) nota 10 pra esse cap man
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Ferns

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   8/6/2013, 08:34

Olha só.
Não vou ter um capítulo.
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   8/6/2013, 09:09

Mizu, vlw, q bom q gostou cara, vlw msm ae, e ferns, calma man, depois do proximo cap todo mundo vai ter seus capítulos, vc vai ver o pq q tem que ser assim separado no proximo cap, blz?
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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   8/6/2013, 17:22

legal curti e ferns deixa de ser afobado minino
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   8/6/2013, 20:40

vlw romulo, que bom q gostou man Smile
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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   9/6/2013, 00:20

isso ae man '-'
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   

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