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 Os filhos de Atlântida

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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   21/6/2013, 09:46

" Não importa quanto tempo venha a se passar ou quanto tempo demore, independente das distâncias, os salvadores do mundo sempre se reunirão. Esta é a vontade do poder... "
 
Livro dos Anciões, pág. 515, linha 3, presságio 57
 
 
 
 
Capítulo IV
DIEGO
 
 
 
Ótimo, assim a história continua... Não podia acreditar que dentre tantas pessoas em Atlântida (principalmente deserta daquela maneira) eu fosse encontrar logo o filho de Poseidon. O fato é que, nunca o havia visto, mesmo em suas épocas de auge em batalhas, lutar com tanta garra e liberar tamanho poder contra um oponente que não fosse eu. Ele realmente tinha motivos para odiar aquele homem sendo ele quem for. Agora estávamos eu e Lisi (a garota que estava com ele) o aguardando acordar. Não demorou muito, na verdade, foi somente o tempo de seu corpo se acostumar novamente com as batalhas e com o poder que ele podia liberar. Mesmo assim, foi o suficiente para que eu e Lisi conversássemos sobre o que havia acontecido desde que se encontraram até ali (mesmo ela não sabendo explicar muito bem a parte do tal homem) porém, Jake já acordava.
 
 - Parece que esta bem fora de forma heim? - Disse eu a ele enquanto tentava se levantar.
 - Aposto que consigo te derrubar neste estado. - Respondeu ele com um sorriso no canto do rosto.
 
Era a resposta que eu esperava e com um mesmo sorriso no meu rosto e logo bati minha mão com a dele o ajudando a se levantar. Logo ele começou a explicar o porque de ter atacado aquele homem e me mostrou as várias lacrimas amontoadas que eram uma grande parte da população de Atlântida.
 
 - Você quer dizer que... - Comecei a supor, porém ele confirmou meu temor em seguida.
 - Quero dizer que foram estes homens que derrubaram Atlântida, por mais incrível que isto pareça.
 - Mas não sabemos se toda Atlântida caiu.
 - Não, não sabemos, mas tenho certeza que se sobreviveram foi uma pequena parte. Entenda, Atlântida esta apagada. Sua força vital parece ter a abandonado. Não sinto nenhum dos que um dia compuseram todo nosso povo. 
 - Tudo bem. Eu entendo. Mas ainda temos uma chance.
 - Eu também pensei nisso. É o único lugar que ainda podem restar sobreviventes.
 - Vocês estão falando do Salão Klímaka certo? - Disse Lisi.
 
Acho que nos dois a olhamos com uma cara bem estranha poi ela pareceu se sentir um pouco intimidada mas logo voltou a dizer:
 
 - Digo, Jake me falou sobre ele. Me perdoem se eu disse algo erra...
 - Ei, calma, não se preocupe. Não fez nada de errado. - Disse Jake.
 - É só que... É estranho ver alguém saber sobre nosso povo mesmo sem nunca ter estado aqui - Completei com objetivo de justificar nossas expressões.
 - Bom, então é melhor irmos logo antes que algo mais aconteça. - Disse Jake.
 - Certo. Só um segundo maninho. Preciso fazer uma coisa primeiro. - Respondi.
 
Sabia exatamente o que deveria fazer. Ver todas aquelas lacrimas caídas não era algo que eu suportaria. Nunca fui ninguém que se importasse com coisas pequenas, porém ver aquela cena, era como para vocês humanos, verem seus parentes mortos, apodrecendo empilhados cercados por moscas ao tempo em que se decompõe a céu aberto e a sua frente. Eu tinha de dar liberdade aquelas lacrimas. Logo Sea e Reef vieram a minhas mãos e com um breve disparo, as balas de ambas formaram uma pequena cratera do tamanho de uma bola de futebol no chão que logo se encheu de água marinha. Eu então me cerquei pela aura do mar e espalmando minhas mãos, condicionei um turbilhão de água que cercou todas as lacrimas e foi até o ponto mais alto de toda a Atlântida vazando o manto que a protege em círculos parecendo-se com um tornado abaixo d'água que foi capaz de levar todas as lacrimas para a imensidão azul. Para sua liberdade. Agora estávamos prontos para prosseguir.
 
--------------------------------------------
 
Não demorou para que passássemos por toda a cidade que estava completamente deserta e repleta de destruição e então chegássemos no Palácio Submarino. Era a maior parte de toda Atlântida. O centro de toda Atlântida. Era ele o meu antigo lar.
 
 
Logo eu e Jake entramos com facilidade e passamos pela grande maioria de todas as salas. Tudo estava intacto. Finalmente uma esperança começava a crescer. Se todo o palácio estava tão perfeito, realmente sua função de refúgio poderia ter sido desempenhada com perfeição e uma grande parte de Atlântida poderia estar salva. Era a motivação maior em tantos tempos. Em tanta desolação e tristeza, finalmente a paz e a esperança vinha ressurgindo. Não tenho vergonha de admitir, estava animado naquele ponto. Já havíamos cruzado uma grande parte do palácio e nada de destruição. Realmente Atlântida podia estar salva e aquilo só me motivava ainda mais a continuar. Ouvi mais de uma vez Jake e Lisi atras de mim comentarem sobre meu repentino despertar daquele meu eu quieto para este cheio de vontade de prosseguir. Pareciam se animar também conforme percebiam os sinais de que estávamos prontos a encontrar Atlântida novamente. Estávamos prontos a ver todo aquele cenário de desolação e desgraça se desmanchar.
 
Avançamos por várias salas que faziam a mim e a Jake relembrar o passado. Os jardins os quais passamos tanto tempo não somente brincando, mas também lutando e treinando. Os pátios que estavam sempre ocupados por guardas que sofriam com nossas pegadinhas. As salas onde as maiores reuniões do reino ocorriam. E finalmente, a parte mais forte do palácio. Protegida por duas portas gigantescas de ouro marinho (um ouro mais forte, resistente e praticamente indestrutível do que o dos humanos que não passa da decomposição de milhares e milhares de anos do nosso) e por vários guardas nos momentos de guerra, a sala do trono. Também conhecida como a sala de refúgio principal do reino. A sala do trono foi feita para que todos, caso algo tão desolador como isso acontecesse, pudessem se manter seguros em um refúgio como aquele.
 
Agora somente uma porta de bronze gigantesca e reluzente nos separava de chegar a esta seção do palácio. Nada de destruição ou sinal de penetração inimiga no palácio até então. Não havia realmente chances de um inimigo ter atacado o interior. Atlântida estava salva. Tinha de estar. Mas então, tudo caiu. Esperanças, sonhos... Tudo desabou sobre minha cabeça. Assim que ultrapassei as portas de bronze, me deparei com na outra extremidade do corredor, duas portas amassadas e corroída caídas ao chão, com grande pedaços de coral sagrado ( o coral quase tão forte quanto o outro marinho que compunha as paredes do palácio) caídos sobre elas. Não podia acreditar. A sala dos tronos realmente havia sido invadida. O pior que não se sabia como. Logo eu continuei meu caminho para dentro da sala enquanto Lisi e Jake falavam algo atrás de mim.
 
[-------]
 
Lisi levantou a mão indo falar algo a Diego, provavelmente indo conforta-lo. Porém, a mão de Jake pousou em seu ombro e assim que ela olhou a ele ele discordou com a cabeça e ela entendeu que era melhor deixar Diego por enquanto.
 
 - É realmente tão ruim assim a sala do trono ter sido invadida? - Perguntou ela.
 
Jake deu um breve sorriso como se a ingenuidade da garota o confortasse e fosse a única coisa que o fazia se distanciar do sofrimento que tomava seu companheiro agora.
 
 - Sim. Consegue ver isso? - Disse ele apontando para as portas caídas.
 - Os portões? - Perguntou Lisi.
 - Não. Observe bem o que há em ambos. Como um completa o outro...
 
Então a garota observou melhor os portões de aproximadamente uns 10 metros de altura caídos no chão. Percebeu desta vez algo de novo neles. Algo que lhe fugira a atenção. Quando juntos, um ao lado do outro, uma grande gota se formava. Cada metade em um lado. Uma gota entalhada neles.
 
 - Você viu não é? Estes portões são quase indestrutíveis. Somente os sete Filhos de Atlântida, conheciam uma forma de desfazer este metal. Foi assim que fizeram esta lacrima nele. Esta, representava que ele era o maior poder de Atlântida. A lacrima representa para nos o coração. Estes portões, davam acesso ao coração de Atlântida. Um coração que agora, foi atacado. - Ela agora parecia entender a gravidade da situação. - Deixe-o a sós por enquanto. Todos precisamos desse tempo as vezes. Venha, vamos procurar algo também. Qualquer coisa que nos de alguma pista sobre o que aconteceu aqui.
 
E assim, ambos entraram no salão após Diego.
 
[-------]
 
A cena que vi logo que entrei, não foi algo nada bom. Realmente era uma cena de desolação. No imenso espaço da sala que ganhava de longe dos maiores templos de todo o planeta via-se pilhas em diversas parte de lacrimas além das espalhadas por diversos cantos no chão. Tinha também vários respingos e poças de sangue azul por toda parte. Poucos sinais indicavam inimigos mortos, porém todos demonstravam aliados caídos. O salão que era revestido de azul e ouro e tinha um chão de mármore que reluzia a imagem sobre ele estava caído. Os tronos que ficavam de pé no final do gigantesco espaço se afundavam no chão. Lisi e Jake entraram e seguiram a outra parte do salão. Eu andei ainda perdido por toda aquela destruição até que me deparei com algo caído no chão. Algo que diferente das lacrimas brilhando azul brilhava dourado. Eu então o peguei e encontrei algo que eu realmente não esperava. Parecia que havia se plantado ali propositalmente a minha espera. Estava ali no chão, o colar que pendia a pouco tempo no pescoço de meu pai, o Filho de Atlântida do mar.  Eu me ajoelhei e o segurei em minha mão. Não sabia qual daquelas era sua lacrima, mas sabia que ele estava ali e que caíra lutando, sem desistir e sempre persistindo. Como sempre fez...
 
--Flashback--
 
 
Estavam Diego quando bem pequeno e seu pai que se parecia bastante com ele, porem com uma barba cheia juntos em um dos vários jardins do palácio. Diego pegava e analisava o colar de seu pai.
 
 - Pai, quando vou ter um desse? - Perguntou a criança.
 - Haha - Respondia o pai que parecia se divertir com a pergunta do filho. - Quando estiver maior você recebera este aqui mesmo. Quando for mais forte e ainda mais incrível do que já é. Mas lembre-se, quando este dia chegar, terá de me prometer que é forte o suficiente para proteger todo o povo, pois todos irão confiar em você para lutar por eles até o fim certo?
 
--Flashback--
 
 
Eu então ergui o colar e o coloquei em meu pescoço.
 
 - Pai, eu sei que a muito tempo me pediu isso, e agora venho cumprir minha promessa. Não falharei com este reino. Irei erguê-lo novamente, custe o que custar. E então, assim como lhe prometi e agora reforço minha promessa, protegerei este povo e morrerei lutando por eles se necessário. Assim como o senhor fez.


Neste segundo, eu realmente tenho de admitir que uma lagrima rolou em meu rosto e pingou no chão a minha frente, porém, eu ouvi um passo logo atras de mim e disse sem nem sequer me virar:


 - Ei cara, não devia estar com a Lisi? - Ele não respondeu nada então eu continuei - Não se preocupe maninho, eu to bem.


E foi então que algo estranho aconteceu. Vindo da direção onde ele e Lisi estavam, a voz do próprio Jake veio ecoando ate onde eu estava dizendo:


 - Diego, cuidado!


Só então eu fui me virar, mas já era tarde. Um soco veio em minha direção com uma força incrível, digna de um verdadeiro pertencente de Atlântida. O soco conseguiu causar uma bela destruição no chão. Uma nuvem de poeira havia se levantado no local. Vi ao longe os rostos de Lisi e Jake preocupados. De certo imaginaram que o soco havia me acertado. Mas não. Aquilo foi na verdade, tudo o que faltava naquela hora. Uma boa briga. Minha raiva inteira agora teria um sentido a se liberar. Eu então apareci atrás do homem que tentara me socar. Antes dele se mover eu lhe dei um chute nas costas ao mesmo tempo em que minha aura explodiu com toda sua força e o fez atravessar por toda a sala atingindo com grande impacto a parede mais distante ( não sei bem como dizer qual, afinal, o salão era circular). Percebi que Jake e Lisi agora me olhavam com certo espanto, mas não tinha tempo para pensar nisso. Eu estava ali para lutar a sério. Se meu povo caiu pelas mãos daquele homem, ele então cairia pelas minhas mãos. Esta era a única certeza em minha mente.


Assim que ele se levantou, eu aguardei para que ele avançasse e realmente, tinha uma velocidade tal surpreendente quanto a força de seu soco. Porém novamente, ineficaz contra mim. Antes dele chegar onde eu estava, eu me lancei em um pulo e materializei Sea e Reef em minhas mãos. Logo em seguida eu disparei cada uma de um lado criando uma espécie de caminho na direita e esquerda do tal homem. Por fim cai no final do tal caminho enquanto ele estava no meio. Me virei e novamente atirei nas crateras que haviam se formado, porém agora invertidamente, atingindo onde antes eram as balas de Sea agora as balas de Reef e vice-versa. Assim, ele se virou para mim mas antes que pudesse mover-se novamente, eu somente estendi meu braço com a palma da mão aberta para ele. Logo, de cada uma das crateras que já haviam se enchido de água do mar, um turbilhão de água se lançou contra o tal homem, totalizando seis que o prenderam o atingindo em diferente pontos. Eu agora o encarava. Ele não parecia demonstrar nenhuma emoção assim como Jake havia descrito. Era a hora de finalizar aquela luta.


Rapidamente com um passo eu estava na frente dele. Meu punho direito cravado firmemente na barriga dele. Todo o turbilhão e a armadilha de água se desfizeram restando somente uma pequena poça que envolvia meu punho exatamente no local onde eu havia atingido o tal homem. Ele ainda se mantinha sem emoções me encarando. Obviamente tentava se mexer, mas estava muito acabado depois de bater contra a parede e sofrer contra a minha armadilha de água. Ali era o fim dele. Eu então afundei mais o punho em sua barriga e só então a expressão veio a seu rosto. Dor. Eu podia ver. Não gostava, mas sabia que ele havia feito muitos de meu povo trazerem a tona aquela expressão então aquela não era a hora de perdoar. Eu somente afundei mais um pouco e toda a água que envolvia meu punho em um segundo o atravessou pela barriga ate sair do outro lado na forma de uma espada brilhando no azul esverdeado do mar. O corpo dele se desintegrou e tudo que restou foram alguns pingos que caíram ao chão. Não sei exatamente do que, mas se pareciam com o sangue de Atlântida.


Virei-me e vi Jake e Lisi. Ambos me olhavam, não assustados, mas pareciam felizes. Não pela morte do homem mas sim por eu parecer estar melhor agora. Eu cheguei perto deles e Jake logo reparou no colar que um dia pertencera a meu pai.


 - O colar do Mar. Você agora é o novo escolhido não?
 - Não diga isso como se não soubesse que você também é. Estamos juntos nessa maninho. Vamos trazer Atlântida de volta certo?
 - Certo. - Disse ele após um breve sorriso.

Esse seria um momento lindo entre amigos nas historinhas de contos de fadas, mas infelizmente, aquela era a realidade, então não podíamos perder tempo ali. Logo a voz de Lisi nos chamou para um certo lugar. Nos fomos o mais rápido possível (ou seja, bem rápido) e logo estávamos junto a ela.


 - Lisi, você ta bem? Aconteceu alguma coisa? - Perguntou Jake. Ele particularmente tinha ainda mais preocupação com ela do que com si mesmo.
 - Não se preocupe, estou bem. Mas, olhem isso.


Ela então apontou para a parede e nela havia agora algo que nunca havíamos visto antes. Uma porta parecida com a porta de um elevador porém dourada. Nela também havia uma lacrima desenhada. Esta porém era bem mais detalhada e tinha vários traços que humilhariam os dos portões da sala dos tronos. Ela também era uma parte do coração de Atlântida. Ali era novamente a volta da esperança que a pouco nos tomara.


 - Vocês sabem abri-la? - Perguntou Lisi.
 - Ela deveria abrir para nós... Mas parece que toda a energia esta desligada. Jake, o que acha? Consegue religar a energia? Afinal, seu pai era quem controlava isso certo filho de Poseidon? - Disse eu a Jake.
 - Seu pai era realmente Poseidon? - Perguntou novamente Lisi. Aparentemente ela sabia bastante sobre nós, mas não sabia bastante também. Ele deu um longo suspiro e logo respondeu:
 - Bem, sim e não. Poseidon é o nome que o povo deu a meu pai por considera-lo um líder. Os gregos acabaram sabendo disso e logo Poseidon era um dos que faziam parte de sua mitologia. Ou melhor, um dos três maiores.
 - E Hades e Zeus? Existem? - Perguntou Lisi.
 - Bom... Isso é outra história. Depois você me lembra que eu te explico. Mas Diego, duvido que possa reativar Atlântida. Meu pai era de longe bem mais poderoso do que eu, e ate ele levou um certo tempo para se acostumar com como manter a energia de Atlântida totalmente ativa. Mas posso tentar voltar a energia desta porta.
 - Bom, se for assim já ta de bom tamanho.


Logo Jake se pôs em frente a porta e com as duas mãos nela ele "ativou" sua aura que logo o cercou no azul do maior dos oceanos. Era incrível poder rever aquilo duas vezes no mesmo dia. Sua energia parecia estar sendo bem drenada pela porta, pois essa aos poucos vinha ascendendo seus traços em um azul brilhante. Mas parecia que ela havia parado a partir de certo ponto pois por mais que ele continuasse alimentando a porta nada acontecia. Sua aura ia aumentando para dar ainda mais poder, mas a porta nem sequer reagia. Porém, algo dentro dela reagia. Uma forte luz azul como a aura de Jake tentava sair pela fenda das duas portas. Quanto mais a aura aumentava mais a luz tentava sair, ate que por fim, ela envolveu ambas as portas, as tonando uma espécie de portal azul único. Jake se distanciou um pouco da porta cansado. 


 - Bom, não abri a porta, mas parece que algo a abriu para nós. - Disse ele encarando o portal azul retangular.
 - Bem, então o que estamos esperando? Vamos nessa. - Disse eu e logo estávamos passando pelo portal.


Estávamos agora em uma sala maior do que esperávamos a julgar pela porta. Não era nem grande nem pequena. Era aconchegante. Tinha alguns sofás e poltronas e a parede pintada em branco com tons azuis que se moviam de alguma maneira como se a água refletisse nela. Tinha vários troféus, armas e armaduras. Lembranças de batalha. Aquela sala tinha vários livros e duas escrivaninhas. Tudo incrivelmente organizado, mas um pouco bagunçado também o que dava novamente aquela sensação de aconchegamento. Sabíamos onde era ali. Conhecíamos várias histórias sobre aquele lugar. O coração dos Filhos de Atlântida. Sala onde só entraríamos quando fossemos os reis de Atlântida. Porém, havia algo naquela sala diferente. Meio estranho. Em um canto, haviam capsulas aparentemente ligadas com a superfície. Capsulas de escape. Duas delas estavam vazias. Eu e Jake nos encaramos no momento em que percebemos isso. As outras porém estavam ocupadas. Havíamos encontrado nossos antigos amigos. Os outros Filhos de Atlântida.


[...]
Continua
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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   21/6/2013, 13:18

maneiro man gostei, esse forum fico morto do nada '-'
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   21/6/2013, 19:32

Ne manim? Meio tenso kkk, mas vlw ae, que bom que você gostou. Como eu disse antes, agora vocês vão começar a aparecer todos
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   25/6/2013, 21:02

A claro pessoal, a parte do capitulo que esta entre os "[-------]" é a parte em que o narrador do capitulo se torna ninguém (isso vai acontecer quando por exemplo uma cena acontecer longe do narrador principal ou em grandes batalhas para todos os detalhes serem capturados sem esseção) bom é isso ai e em breve postarei um novo cap blz?
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   26/6/2013, 21:51

" O despertar cada vez mais atingira os salvadores do mundo, e quando o último acordar, eles juntos despertarão a esperança do mundo..."

Livro dos Anciões, pág. 314, linha 12, presságio 32





Capítulo V
FERNS





Eu conseguia me lembrar. Estava tudo um grande caos. Eu estava meio dopado pelo que parecia, mas conseguia ver algumas cenas de batalhas embaçadas. O povo de Atlântida contra pessoas que pareciam normais. Mas nem tanto. Todas sem expressão e tão fortes quanto o meu próprio povo. Porém não durou muito e eu logo estava dentro de uma sala. Lembro-me de alguém me colocando dentro de uma espécie de cama de pé feita de metal enquanto alguns outros colocavam os outros iguais a mim dentro de locais bem parecidos com o que eu estava e mais alguns estavam pela sala aparentemente escrevendo uma mensagem ou algo assim. Então ficou tudo escuro. Quando voltei a ver, estava na mesma sala, porém agora estava sentado no chão dela. Via Jake, Diego e Daniel. Três dos que faziam parte dos Filhos de Atlântida e além disso, das três famílias principais. Daniel em especifico usava as técnicas que conhecia para tentar acordar Amy, outra das nossas.

 - Ei pessoal, o que aconteceu?

Então Jake e Diego se viraram para mim me percebendo acordado somente agora. Daniel não chegou a se virar mas me olhou de canto de olho rapidamente e logo voltou a se concentrar em despertar Amy.


 - Lisi, toma conta da Amy aqui por enquanto por favor. - Disse Jake olhando para um canto da sala. Somente agora percebi que havia uma garota la. Era bem bonita e eu consegui ver no seu cabelo preto uma mecha branca na frente  que se destacava em um leve brilho ali dentro. Mas Não era hora para me interessar por ninguém. Jake agora me ajudava a levantar. - E ai cara, tudo bem?
 - To meio tonto mas acho que to bem. O que ta acontecendo aqui?


Ele então baixou um pouco os olhos. Seja o que for que estivesse acontecendo ali, ele não gostava nem um pouco de pensar e muito menos falar sobre. Pouco antes dele terminar de me explicar tudo que sabiam sobre a queda de Atlântida Amy acordou e Diego começou a explicar a ela. Agora eu sabia tudo o que estava acontecendo, ou pelo menos, tudo o que eles também sabiam.


 - Entendo. Eu consigo me lembrar algumas coisas antes de desmaiar...


E neste segundo todos se viraram para mim. Parecia que eu estava vestido com uma roupa de mil cores brilhantes e com uma melancia pegando fogo na cabeça em um grande breu. Não sabia porque aquilo parecia tão repentino a todos. Ou melhor, a quase todos pois logo mais uma voz veio em meio ao silêncio repentino que tomara a sala.


 - Eu também, vocês não se lembram de nada antes? - Quem falava era Amy. Ela parecia tão confusa como eu sobre tal assunto.
 - Bem, temos memórias do que eramos e da nossa vida antes, mas sobre o dia mesmo em que tudo aconteceu, eu pelo menos, não me lembro de nada... - Disse Jake. Logo Diego e Daniel concordaram com ele.
 - Estranho... - Eu falei em seguida. - Não dizendo que eu tenha grandes lembranças... Me lembro que a gente estava dormindo... Ou melhor, apagados. Parecia que haviam nos dopado com algo. Provavelmente eu e Amy fomos os últimos então não surtiu o efeito tão rapidamente. Eu me lembro de estarmos no que parecia com o resto da sala do trono. Tudo estava aos pedaços e vários de Atlântida lutavam contra humanos ao que parecia. Me lembro de entrarmos nesta sala e me lembro... - Então uma memória me veio na cabeça.
 - Se lembra... do que? - Perguntou Diego.

Mas eu não dei atenção. Algo me movia muito além da curiosidade. Algo me condicionava a fazer aquilo. Eu me levantei e me virei e estava logo a minha frente agora. A mesma escrivaninha a qual o que me parecia pouco tempo atrás estava cercado pelos pais de todos nós. Sobre ela estava um papel completamente escrito. Eu o peguei e o entreguei a Daniel que foi o primeiro a pegar.

 - Me lembro disto. 
 - É uma mensagem de nossos pais. Parece que sabiam que chegaríamos aqui. - Disse Daniel que havia visto a mensagem junto de Amy e agora estava passando-a a Diego.
 - Eles acreditaram em nós mais do que eu acreditaria. Incrível. - Disse Diego que entregou a Jake. Este a observava junto de Lisi.
 - Eles mais do que confiaram em nós. Sabiam que chegaríamos aqui. - Disse Jake deixando a folha com Lisi.
 - Filhos de Atlântida, por mais surpreendente que isso venha a ser... - Começou Lisi que então reparou que todos a estavam olhando. Ela ficou com o rosto levemente rosado e estendeu a folha a mim. - Desculpe, eu não devia ter começado a ler algo de voc...
 - Imagina, sua voz é linda. - Disse Amy amenizando o clima. Todos estavam surpresos por alguém ter começado a ler, mas não era nada demais. - Continua - Disse ela por fim com um sorriso gentil. A Amy era desse jeito pelo que eu me lembrava.
 - Por mais surpreendente que isso venha a ser - Continuou Lisi - Atlântida veio a cair pelas mãos de um inimigo completamente desconhecido. Alguém oculto pelas sombras mas que certamente já planejava isso a algum tempo. Suspeitamos de uma traição interna pois as tropas adversárias avançaram secretamente por passagens somente conhecidas por nós e destruíram as dobradiças que seguravam os potões de ouro marinho as dissolvendo com a técnica que guardamos entre nós a tanto tempo. Desconhecemos quem é este adversário, mas com toda certeza é alguém que pressionará tanto vocês quanto nós pressionou. Vocês agora são a esperança de Atlântida. Conseguimos distancia-los desta guerra depois de grande esforço e não temos dúvidas que alguns bons pertencentes de Atlântida também saíram. Agora terão porém vocês de se aliar a eles e a todas as pontes que conseguirem encontrar. Neste momento a união fará a força. Estamos acreditando em vocês e se foram capazes de encontrar esta mensagem, são capazes de fazer muito mais. Confiamos o destino a vocês, novos reis e  Filhos de Atlântida. Orgulhosamente, seus antecessores (pais).

E assim terminou-se a carta. Jake e Daniel agora observavam a escrivaninha e então chamam a atenção de todos. Eles haviam encontrado algo. Algo que agora levantavam para nos mostrar. 

 - Eles confiaram em nós mesmo. Somos literalmente os novos Filho de Atlântida - Disse Daniel segurando o colar de seu pai a sua frente e o admirando. Jake entregou o de meu pai a mim e o da mãe de Amy a ela.
 - E como tais, usaremos estes colares. Pertenceram a nossas gerações anteriores e agora vem para nos trazendo uma nova esperança. Vamos virar esta guerra, aconteça o que acontecer.
 
Sabe aquele momento em que alguém diz algo inspirador e todos ficam felizes. Isso foi o que aconteceu naquele segundo ali. Infelizmente, não tínhamos tempo para tanto drama e eu fui obrigado a interromper.

 - Tudo bem, tudo bem. Muito bonito, vamos ganhar esta guerra. Mas antes de mais nada, precisamos saber duas coisas: primeira, de QUEM vamos ganhar esta guerra,e segunda: o que vamos fazer agora? Por onde começaremos?

Não era exatamente minha intenção mas todos ficaram quietos e olharam para Jake. Não como se exigisse dele algo mas sim por ele ter feito o pequeno discurso incentivador. 

 - Sinceramente? Não sei contra quem estamos lutando. Suspeito... E aposto que a maioria aqui também tem a mesma suspeita, porém não tem como confirmar nada ainda. E sinceramente, não me importo com quem seja. Me importo em vencer seja lá quem for ele. Do que nos adianta saber quem é? Teremos de supera-lo de qualquer maneira. Quanto ao que faremos agora? Simples. Faremos exatamente o que nossos antecessores nos aconselharam a fazer: reuniremos pontes, sobreviventes de Atlântida e qualquer povo que esteja disposto a nos ajudar neste guerra pelo mundo. Agora tudo que podemos fazer é isso. Vamos.

Agora todos voltaram a se animar de uma certa maneira. Não estávamos mais... Como os humanos dizem? "A deus dará". Tínhamos um plano. Tínhamos uma meta a seguir e a cumprir. Todos estávamos agora de frente a porta que estava fechada. Porém assim que nos aproximamos dela ela brilhou intensamente abrindo um portal no seu formato. Pelo que me disseram foi desta maneira que entraram, porém tiveram um bom trabalho antes de conseguir abrir o portal sendo que contaram com a ajuda do colar do Oceano que estava dentro da sala. Por que agora se abrira tão facilmente? Ninguém sabia, porém não tínhamos outra escolha senão passar por ele. E além do mais, o que de pior poderia acontecer certo? Errado.

Logo que o atravessamos nos deparamos com um local bem diferente do que esperávamos. Não era a sala dos tronos, e não digo isso porque ele estava diferente. Não, literalmente não era a sala dos tronos. Não era nem sequer o Palácio Submarino. Muito menos Atlântida. Era uma ilha a qual era bem grande, porém muito, muito ao longe mesmo, era possível ver seu fim. Era recoberta por uma areia amarela que refletia o sol que não parecia muito distante de começar a se por, porém iluminava a ilha inteira e não se via nenhuma nuvem a quilômetros de distância. Tudo que se via era no centro da ilha uma enorme construção que se parecia com uma pirâmide e tinha quatro escadas a sua volta que davam acesso a uma sala quadrada no topo. Parecia uma espécie de paraíso de verão de um grande faraó com alguns coqueiros gigantes ao fundo.


 - Onde estamos? - Perguntou Amy.
 - Não faço ideia... Como viemos parar aqui? - Perguntou Jake que parecia perdido como todos.
 - Nem imagino - Disse Diego em seguida.
 - Não faz parte de Atlântida? - Perguntou Lisi que parecia querer nos fazer lembrar daquele lugar, o que ajudaria a tranquilizar todos.
 - Não, não... - Disse Daniel que estava em silencio ate então como se estivesse tentando deduzir o que acontecera e agora tivesse conseguido. - Tem um rastro de magia por aqui. Não algo que possa se achar ou se ver... Parece que esta... Esta...
 - No ar - Disse Amy. Tanto ela como Daniel sempre foram os melhores nas áreas de magia e além de terem especialidades diferenciadas em particular também. Mas isso não vem ao caso agora.
 - Então quer dizer que usaram magia para nos transportar para cá? - Perguntou Diego.
 - Exatamente. - Confirmou Daniel que a pouco estava meditando sentado no chão e agora se levantava batendo de leve na calça tirando a areia.
 - Então foi tudo uma armadilha. Realmente tinha alguém infiltrado e sabia que voltaríamos. - Disse Jake.
 - Foi tudo planejado para que a saída imitasse a entrada, porém nos condicionasse até aqui. - Disse eu logo em seguida - Seja quem for que fez isso, estava um passo a nossa frente o tempo todo.

E então uma voz se intrometeu. Alguém que acabara de aparecer na nossa frente. Não simplesmente aparecera ali, veio do grande templo em meio a ilha. Se teleportou ate ali. Ou melhor, usou toda sua velocidade. Sim, era um de Atlântida. Mais do que isso: era um Filho de Atlântida. Ele surgiu bem a nossa frente. Ali estava ele. Alguém que já a um bom tempo não víamos. Estava ali o usuário da Benção do Veneno. Um antigo integrante do nosso grupo que por ser mais velho, logo entrou no grupo dos Filhos de Atlântida mais velhos, os que tomavam conta de Atlântida e a lideravam. Ali estava Simon, o mais novo protetor de Atlântida.


 - Mas que bom rever todos estes rostos... Espere um pouco, esta faltando um não? Ou o substituíram pela garota nova? - Disse ele com um certo cinismo na voz.
 - Simon... - Disse Jake com uma voz não de desprezo mas que demonstrava sua insatisfação de vê-lo ali. Talvez por que aquilo concluía exatamente o que todos temiam. Um de nos havia nos traído. - O que exatamente faz aqui?
 - A sabe como é a vida não é filho de Poseidon? Você esta andando por ai e então esbarra em uma ilha e resolve viver nela. - Disse ele com um sorriso cínico no rosto.
 - Claro, completamente comum. - Disse Diego colocando seus braços para trás e materializando suas armas em suas mãos. Simon podia não velas, mas obviamente Diego pretendia anunciá-las então ele as fez baterem uma contra a outra em um auto som de metal.
 - Como sempre com suas piadinhas não é mesmo Simon? - Disse Daniel. Ele tentava manter a situação tranquila, mas colocara seu braço na frente de Lisi que era obviamente a mais indefesa ali e a afastara um pouco para trás.
 - Simon, foi você não foi? - Perguntou Jake.
 - Eu o que? Não entendo por que estão agindo tão estranho. - Disse Simon com uma cara exagerada de preocupação e sorrindo logo depois.
 - Não se faça de idiota traidor! - Disse Diego. A raiva começara a toma-lo. Uma luta começaria ali.
 - Depende do que você chama de trair. Eu não trai nosso povo. Eu estou salvando-o. Entendam, por mais que não consigam enxergar, eu abrirei seus olhos. Este mundo no qual somos supremos, fomos subjugados por raças tão medíocres como a humanidade que nos desafiou e nós simplesmente baixamos a cabeça para eles. Tudo que estou fazendo aqui é nos levar de volta ao patamar o qual merecemos e nunca deveríamos ter saído. Vocês tem a chance de vir comigo. Vamos juntos caminhar para o fim da humanidade. Destruiremos eles e em algum tempo, quando eles voltarem, seremos soberanos. Atlântida ocupara seu devido lugar no mundo. E então, o que acham?
 
Nosso grupo agora era um conjunto de chamas em diferentes cores. As auras de cada um explodiam em sua força máxima. Simon definitivamente não tinha limites para falar e agora iria se arrepender amargamente por isso.

 - Devo considerar isso um não certo? - Disse Simon ainda com um sorriso cínico no rosto e sua aura roxa ao seu redor com a mesma força que a de todos.

E então um sorriso saiu em meio ao silencio de todos nós. E em seguida mais um. Todos olharam para eles. Jake e Diego. Ambos estavam com o rosto baixo mas sorrindo. Eles levantaram somente ao nível de se ver sua boca que exibia um sorriso de canto. Diego tinha em suas mãos agora ao seu lado suas duas pistolas gêmeas eternamente fieis. Nas costas de Jake agora havia se materializado junto com uma bainha uma espada completamente azul e com um certo brilho que era do tamanho desde sua cabeça ate quase seu joelho e da largura de 10 centímetros.

 - Ora ora... Não achei que fosse ver essa dupla junta tão cedo. As pistolas gêmeas Sea e Reef que aterrorizou vários combatentes desde épocas antigas pelas mãos de seus antepassados. E esta espada, parece que mudou sua forma não? O antigo tridente de Poseidon se tornou esta arma certo? Parece que ainda não despertou toda sua força, ou você não a controla por completo Jake?

 - Eu não preciso de todo o poder que tenho para te deter Simon. Você cairá independente do que diga. E não entendo porque esta tão surpreso de ver o tridente de Poseidon? Eu disse que quando eu o usasse eu usaria somente para destruir o pior de todos os terrores de Atlântida. Neste momento e você então não pretendo mundo pegar leve he. - Dizia ele ainda com um sorriso meio sinistro em seu rosto.
  - E não sera somente ele, eu lhe garanto. Sea e Reef vão acabar com você. Simon, você fez a única coisa que em toda sua vida não poderia ter feito... Mexeu com a minha família. Brinque comigo mas não com eles. Você destruiu meu povo, meus amigos... Meus pais. Você vai sentir a dor de todos eles. Seu sangue vai pingar eternamente em um sofrimento longo. Vai se arrepender de tudo o que fez. Vai sentir o que cada um deles sentiu. E não somos só nós dois. - Disse Diego dando finalmente a deicha que eu esperava.
 - Achei que nunca ia chegar minha vez de falar. Eu posso não ser ligado muito a ninguém e ser bem calmo. Mas Simon, você destruiu minha casa e matou meu pai. Eu juro que por mais difícil que seja, você sera morto no fim de tudo. E eu mesmo estarei lá para ver. Eu estarei presenciando esta cena com grande alegria. Nos de Atlântida não cultivamos ódio e nem guerra, mas se mexerem conosco, você mesmo sabe que o arrependimento por ter feito isso sera muito grande. Daniel, Amy, querem falar alguma coisa? - Perguntei a eles, achei que já demorava demais aquela luta.
 - Não, vocês já falaram tudo. - Disseram os dois.
 - Ótimo, vocês dois poderiam então, por favor, cuidar da Lisi para mim? - Perguntou Jake.
 - Ei, eu já não te disse que sei me cuidar sozinha? - Respondeu ela.
 - Eu sei disso, mas prefiro que tenha alguém só para garantir. - E com um último sorriso ele se virou para frente. Era hora. 

Daniel e Amy sempre foram mais de suporte conhecendo magias e curas diferentes, mas nunca foram de lutar, os outros quatro restantes sim. Nós eramos a maior frente de batalha de Atlântida perdendo somente para nossos pais. Simon sempre foi a defesa impenetrável. Mas acho que nem ele consegue nos segurar.

[-------]


 - Bom então vamos nessa - Disse Simon.
 - Vamos!

E com essas palavras Jake em um pulo estava na frente de Simon. Ele rapidamente arrancou sua espada que ficava cruzada em suas costas e com um único golpe atingiu Simon. Este porém gerou um escudo roxo em forma de círculo a sua frente. Ele logo se teleportou e em dois pulos estava de volta ao templo. Jake estava em seu encalço. Assim que ambos entraram na grande sala de pedra ela logo fora destruída. Simon pulara e agora estava no chão perto da base da pirâmide. Jake golpeia o ar e sua espada se estica ate o local onde ele estava, porém ele desvia. 

Diego rapidamente pulava na lâmina esticada e deslizava sobre ela disparando contra Simon. Este desviava rapidamente enquanto manifestava escudos contra as balas. Diego então chega ao lado dele e tenta lhe dar uma coronhada. Ele se teleporta rapidamente e sai de perto de Diego. Este porém o persegue acertando seus escudos. Por fim ele retorna a lâmina que se desfazia agora em fios que começavam a perseguir Simon. Diego pega impulso se lançando a uma grande altura e juntando as armas uma ao lado da outra transfere toda sua energia a elas e faz um disparo gigantesco com enorme poder que ao atingir o solo, abre uma cratera do tamanho de uma piscina circular grandiosa e logo se enche de água marinha.

Ferns vinha logo atrás correndo e com um pulo desaparece e reaparece ao lado de Simon. Sua mão recoberta por um azul escuro como um lago. Ele desfere um soco contra Simon, e poucos segundos antes de atingir o rosto de Simon um círculo roxo que absorveu a maioria do impacto mas foi o suficiente para lança-lo a vários metros de distância. Ele logo parou. Não sofrera nenhum ferimento nem nada, porém agora estava mais cuidadoso. Mas era tarde de mais.

Vários fios o cercaram de milhões de direções diferentes. Ele não tinha escapatória a não ser para cima. Porém ai estava Diego que disparava um chuva de tiros que iam em duplas prontas para abrir crateras em tudo o que tocar. Ferns disparava esferas da cor de sua aura que invadiam por qualquer espaço que podiam e atacavam Simon. Ele perdera.

Final do último tema
[-------]

Pelo menos era o que todos haviam pensando. Mas então vimos. A maior defesa de Simon. Já a conhecíamos porém não esperávamos que ele pudesse realizá-la tão rapidamente. Uma enorme pirâmide roxa espectral a seu redor. A defesa basicamente da um piscar e se expande expulsando os ataques ao seu redor. Simon sobrevivera e agora a batalha continuaria. Mas nada pode nos parar agora. Pelo menos eu acho que não...


Continua
[...]
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   27/6/2013, 16:55

Rodrigoooooooo-kun, esses ultimos capítulos estavam completamente FODAS *u* Eu apareci, Ferns apareceu, Fury apareceu, e a pancadaria começa, ótimo *--------* Pra mim a melhor parte foi quando o pessoal tava falando coisas lindas e tals, aí Ferns pergunta se eu ou Fury queremos dizer algo,  aí a gente tipo "Não, não, falaram tudo", sei lá, pra mim foi hilário KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK Cpntinua aí com essa fic perfeita!
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   27/6/2013, 19:15

Vlw ae Theo, que bom que ta gostando maninho, a e, e Romulo, vc so n apareceu nesse cap pq sua historia e mais desenvolvida, mais no próximo vc aparece blz? (E que achei que seria estranho de repente aparecer td mundo, então vc e o diferencial, vc vai ver Wink )
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   27/6/2013, 19:17

ok man
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/6/2013, 05:59

man, isso tá me deixando bem excitado(no bom sentido da palavra) pq é como se desse ppra imaginar a luta em todos os seus detalhes... muito massa
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/6/2013, 18:28

Caraca, tá muito foda xD
A fic tá muito bem escrita, muito mesmo.
Esperando ansiosamente o próximo cap xD
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   28/6/2013, 19:54

Nossa, vlw pessoal, que bom que estão todos gostando kkk, provavelmente o prox sai esse fim de semana ou quem sabe segunda ou Terça, por ai kkkk, mas logo logo sairá
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/6/2013, 11:26

Tá boa mesmo , nao tenho nada a acrescentar todos ja disseram XD ,e só falta o Romulo??
 Não esqueceu de alguem nao XD
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/6/2013, 20:35

Nao '-' quem?  Zuera maninho kkkkk, pode ficar tranquilo, vc vai aparecer, vai ser muito importante na verdade, mas quando aparecer será uma espécie de inimigo ou melhor, alguem que eles nao vão gostar muito, mas isso a historia explica, vc vai ver xD
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/6/2013, 21:56

quando vai aparecer o meu capitulo Very Happy
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   30/6/2013, 23:38

E o prox, o dia já e um pouco mais difícil de saber, mas essa semana msm sai
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   12/7/2013, 11:18

Eae pessoal, voltei aqui, mais um cap, e sim, eu voltei a comentar aqui em cima até mesmo porque fazer todos os presságios já estava ficando meio chato e repetitivo kkk, bem é isso ai, não tenho muito o que falar hoje mas como prometido neste cap o Romulo (finalmente) aparece. Pena que ele morre u.u ......................................................................................... Brincadeira ae (tava muito sem graça isso aqui então tive que dar pelo menos uma zuada, maus kkkkkk) mas voltando ao cap, finalmente o Romulo vai aparecer e não só ele como muitos outros novos na fic. Também tem o fato de que este capítulo em especial não terá narrador assim como provavelmente alguns mais ao decorrer quando a história for muito variada e precisar de uma visão mais global para ser entendida. Bem, é isso ai, espero que gostem e boa leitura a todos. 
            
 
 
Capítulo VI
 
 
Todos agora olhavam atentos a cortina de fumaça que se desfazia lentamente através do ar. Onde esperavam não haver realmente mais nada, agora existia uma grande pirâmide espectral roxa e em seu interior estava Simon. Ninguém podia acreditar como ele executara o golpe tão rápido. 
 
 - Ora, o que foi? Pensaram mesmo que iriam me deter somente com isso? - Dizia Simon caçoando de todos a sua volta. Estes tinham uma face de ódio coberta por uma face completamente pasma. Como ele fizera aquilo? Conheciam sua técnica mas ele demorava um certo tempo para poder carrega-la e só então poder utiliza-la, e nem sequer isso era rápido. De onde viera todo este poder repentinamente? - Hahaha, não acharam mesmo que eu sempre precisei de todo aquele tempo não é mesmo? Idiotas hahaha, prestem bem atenção, eu os enganei muito mais do que imaginam. Meus ataques são mais fortes e mais rápidos do que pensam. Poderia até mesmo finalizar todos vocês aqui e agora. Isto é se fosse eu quem estivesse aqui. Sim, eu não passo de um clone. Um clone da própria benção do Veneno que eu recebi. E antes que fiquem com mais cara de assustados ainda, sim, eu posso controlar um clone a grande distância. Parece que ainda não acordaram. Sou seu adversário, não entregaria minhas técnicas para vocês de bandeja. Vocês caíram bem seu nível. Espero que possam aumenta-lo se pretendem realmente me enfrentar. Cada um de vocês ainda tem de treinar para me vencer. Faremos o seguinte, tornaremos isso uma disputa certo? Uma verdadeira guerra não é guerra sem alguma aposta no meio. Se vocês se tornarem mais fortes, chegarem em mim e me deterem, eu lhes contarei meus planos para deter-lhes. Agora se vocês morrerem por minhas mãos ou em qualquer outro lugar, eu aparecerei e vocês me dirão como é a sensação de cair para alguém mais forte que você. Sinceramente, eu nunca tive esse tipo de sensação então eu gostaria muito de saber hahahaha. A mas claro, quero que saibam que se realmente pretendem me enfrentar, ainda terão muitos desafios pela frente. Eu tenho aqueles que me seguem. Um rei é feito de seu povo não é verdade? Boa sorte então meus velhos companheiros... Espero poder revê-los. Hehehe, este jogo esta ficando emocionante.
 
E com estas últimas palavras a pirâmide se desfez no ar e o clone se tornou uma poça de água roxa.Por fim todos começaram a voltar a si e se reuniram perto da poça.
 
 - Precisamos pegar isto. - Disse Jake encarando a poça.
 - Tente a sorte. - Disse Ferns. - Conhece Simon. Se tocar nisto, sua mão provavelmente ira necrosar de maneira tão rápida que em segundos seu corpo estará caindo aos pedaços. Literalmente.
 - Mas é nossa única pista dele também. - Disse Diego. - É como uma charada.
 - Para variar ele está brincando conosco. - Disse Amy com um olhar de raiva em seu rosto.
 - Ele deve atingir vocês de Atlântida não? - Perguntou Lisi e logo toda a atenção se virou a ela. - Digo... Ele não espera um humano ou uma humana com vocês. Talvez eu possa... tocar... - Ela parecia meio intimidada com o olhar de todos.
 - Sabe de uma coisa? Você é bem esperta para uma humana. - Disse Daniel e logo todos explodiram em elogios a Lisi que ficou levemente vermelha.
 - Mas você não vai tocar. Não sabemos o que pode acontecer. - Disse Jake.
 - Eu já disse, não precisa ficar me protegendo, eu sei me cuidar.
 - E eu já disse que não estou te protegendo. Só não quero que nada de mal aconteça a você.
 - Ei pessoal, o casalzinho pode discutir depois? A areia esta engolindo a poça, em menos de dois minutos não teremos mais o que recolher. - Disse Diego.
 - Ótimo, não vou... - E antes mesmo de Lisi falar estavam todos surpresos. Ela abaixou-se e juntou um punhado de areia em duas mãos que veio junto com o resto da poça. - Um pote, rápido.
 
Logo Amy conjurou uma espécie de pote astral que Lisi depositou a areia dentro. Amy tampou com uma rolha que logo selou o pote astral que logo se desfez no ar. Lisi sacudiu levemente suas mãos. Estas ficaram um pouco avermelhadas graças ao contato. Jake logo as agarrou e ficou observando todos os lados.
 
 - É por isso que eu disse para não tocar. Está ardendo?
 - Calma, não está. - Disse Lisi. Mas isso pareceu não atingir os ouvidos dele pois ele continou a examinar as mãos dela até que ela as tirou de suas mãos e levantou seu rosto para olhar para ela. - Eu estou bem, não se preocupe. - E deu um sorriso. Ele retribuiu com outro. Mas logo caiu na real e sua face voltou a ser séria.
 - Dani, acha que você consegue rastrear Simon? - Perguntou Jake.
 - Olha irmão, posso encontrar os últimos locais onde ele esteve, mas somente se ele tiver deixado algum rastro. - Respondeu Daniel.
 - Simon não é idiota. Pelo contrário, é muito esperto. Ele não vai deixar rastros. - Disse Ferns.
 - Simon é esperto, mas gosta de jogar. É uma espécie de maníaco. - Disse Diego.
 - Exato. Ele não deixara pistas de onde ele está, mas nos levará a algum lugar onde poderemos encontrar algo sobre outro lugar e assim por diante até chegarmos nele. Ele não terá deixado por acidente. Terá sido proposital. - Terminou Jake.
 - Bem, acha que pode encontra-lo daqui? - Perguntou Amy.
 - Não. Não faço ideia de onde estamos. Temos de estar perto de algum rio. - Disse Daniel.
 - Como assim? - Perguntou Ferns. - Perto perto, ou perto do lado?
 - Perto ao lado. Minha benção é a dos Rios. Não posso usar magia de localização cobrindo uma área muito grande, a menos que tenha um rio para procurar. Ai sim posso me interligar a todas as suas correntes e procurar em locais por onde elas passam. É como se eu me teleportasse para longe para procurar. Porém bem mais rápido. - Respondeu Daniel.
 - Bom, é melhor retornarmos a Atlântida. De lá nos movemos a alguma cidade de rios. - Disse Diego. - Algo como uma cidade cheia de rios seria bom não?
 - Na verdade, acho que o Brasil é a melhor escolha. - Respondeu Daniel.
 - Por? - Perguntou Ferns.
 - O rio mais extenso do mundo está lá. Correntes dele estão espalhadas por quase todo o planeta. Minha chance de encontrar Simon por lá são bem grandes.
 - Ótimo. Então vamos para lá. - Disse Jake.
 
Logo todos entraram nas águas que cercavam a ilha e estavam sendo transportados a Atlântida. Eles mal chegaram e já partiram. Não demorou muito e logo todos estavam em uma cidade. Não era Amazônia mas sim nos Estados Unidos da América. 
 
 - O que estamos fazendo aqui? - Perguntou Diego.
 
Jake se aproximou da água de onde haviam saído. Daniel estava com as pernas cruzadas como se meditando em frente as águas. Jake encostou o dedo indicador e o médio da mão direita na água e os trouxe após alguns segundos, para perto de seus olhos. Ele logo fechou os olhos e com um suspiro de tristeza passou o dedo na calça para seca-lo. Ele agora olhava para frente com os olhos semicerrados como se buscasse algo na grande imensidão a sua frente.
 
 - Você também notou não é? - Perguntou ele aparentemente ao nada, já que se mantinha com um olhar fixo para além do mar.
 - Sim. - Disse Daniel que sabia que Jake estava falando com ele. Imitando o amigo ele também abriu e logo quase fechou os olhos olhando para além do mar.
 
Jake logo se levantou e se virou a todos.
 
 - Atlântida esta morrendo. O máximo que podia nos mandar seria aqui. - Disse ele a todos. 
 
Este abaixaram as cabeças tristemente. 
 
 - E onde estamos? - Perguntou Diego.
 - Se estou certo, Seatle. - Respondeu Daniel que havia se levantado e se juntado ao grupo.
 - Ótimo, algum rio por perto? - Perguntou Ferns.
 - Um tal de Rio Duwamish. - Respondeu Daniel. - Não muito longe daqui, direto ao sul. 
 - Ótimo. Quanto antes encontrarmos este rio, antes poderemos encontrar Simon - Disse Jake.
 
Todos então seguem em direção ao rio. Estavam atravessando a cidade ate passarem em frente a uma lanchonete. Os dois lados da lanchonete tinham um prédio bem grande. Um de cada lado. Porém, bem de cima da lanchonete viera aquilo. Veloz como um relâmpago. Até então todos Filhos de Atlântida e Lisi estavam andando, porém, assim que chegaram em frente a tal lanchonete todos desapareceram. Em uma velocidade incrível estavam todos espalhados: alguns pendurados em lonas de lojas e lanchonetes e outros sobre carros. Lisi estava nos braços de Jake que a teleportara junto dele. Onde eles estavam a poucos milésimos estava agora uma enorme explosão congelada. Todos se entreolharam e rapidamente estavam olhando para cima da lanchonete. Um vulto negro agora se movia correndo no teto da mesma.
 
 - Deixa com a gente. - Disse Ferns.
 - É. Eu e o Ferns vamos a caça, hehehehehe. - Disse Diego.
 
Logo os dois estavam no teto da lanchonete e desapareceram da vista de todos. Jake colocou Lisi em suas costas e logo todos partiram atrás dos dois primeiros.
 
 - Pensei que ele iriam cuidar... De seja quem ou o que for aquilo. - Disse Lisi.
 - Aquilo é uma garota. Disparou uma flecha de gelo em nós. E sim, eles vão ir atrás dela, mas nós não vamos ficar aqui esperando eles voltarem certo? - Disse Jake e eles então continuaram pelo caminho enquanto Lisi se surpreendia a cada segundo mais com a habilidade deles de prestarem atenção em detalhes mesmo tendo acontecido tão rapidamente.
 
Ferns e Diego estavam bem a frente e percorriam a garota que estava em uma capa negra com poucos detalhes dourados em suas bordas além de um capuz também ligado a capa de mesma cor e detalhes. Eles já haviam percebido que sendo quem fosse tinha a mesma habilidade que eles de se mover a longas distâncias em grande velocidade e pouquíssimo tempo.
 
 - Ela é bem rápida não é? - Disse Ferns a Diego. Cada um estava em um prédio sendo Ferns do lado esquerdo, Diego do lado direito e a garota no meio.
 - Sim... Mas eu posso ser mais hehe.
 
Diego então aumentou a velocidade com que se movia de prédio em prédio e agora fazia o mesmo percurso de anterior mas com a metade do tempo. Logo estava empatado com ela porém no prédio ao lado. Assim que chegou a este ponto ele reduziu sua velocidade para a anterior que era equivalente a dela e logo sincronizou o tempo de "teleporte" entre os dois. Ele a acompanhou por três vezes e no quarto movimento, ele foi no mesmo tempo que ela, porém quando voltou a aparecer estava sobre ela vários metros com as armas apontadas diretamente para a mesma. Para sua surpresa porém, ela havia pego a velocidade do movimento e se virado para cima e também o encarava. Metade de seu rosto era coberto por uma sombra projetada pelo capuz deixando somente a ponta de seu nariz e sua boca intocados pela escuridão que mantinha o resto de sua face em segredo. Ela tinha seus dois braços esticados para baixo sobre seu corpo. Entre as duas mãos que estavam em forma de concha uma esfera de luz azulada se formou brilhando. Ela então espalmou ambas as mãos esmagando a esfera que começou a lançar feixes de luz para fora do encontro entre as duas mãos. Logo dois feixes mais forte formaram, um para cima e outro para baixo um arco de luz entre as duas mãos. Este logo se consolidou em um arco de gelo. Ela então ergueu ambos os braços unidos para cima com o arco rente a seu corpo. Ela então começou a deslizar a mão direita pelo braço somente a separando deste quando chegou a seu rosto onde puxou-a até ao lado de seu rosto. Assim que a mão direita desencostou do braço esquerdo um feixe de luz se estendeu dela até onde estava o arco. Este que se mantinha fixo a mão esquerda, mesmo com esta aberta. Após ela puxar a mão direita até ao lado de seu rosto o feixe de luz se tornou uma flecha de luz brilhante.
 
Tudo isso aconteceu em menos de um milésimo de segundo, porém a alta velocidade e percepção de ambos os permitiram enxergar tudo com todos os mínimos detalhes. Diego terminava de cruzar as mãos armadas quando a garota terminara de puxar sua flecha. Um momento mais que veloz de pura tensão. E então ao mesmo tempo, ambos os gatilhos haviam sido pressionados até o fim efetuando os dois disparos ao mesmo tempo em que a mão da garota que permanecia espalmada, agora abrira os dedos que antes estavam juntos e isto pareceu cortar um fio que prendia a flecha de luz a sua mão e a disparou.
 
Diego rapidamente se afastou da linha de tiro retornando ao prédio o qual estava. A garota porém somente se virara novamente e continuara seu caminho agora na frente de Diego. Este avalia então o resultado do embate. O que se via era caído no chão duas mini explosões, uma estourando para cada lado, com seus inícios interligados, congeladas e caídas ali no chão. Diego então olha a garota que estava um prédio a frente.
 
 - Você é boa garota. Passou por mim. Mas Ferns não ira pegar tão leve. - Pensou ele abrindo um sorriso e logo indo atrás da garota.
 
Esta continuou porém mais um prédio a frente ela parou. Logo no final do teto deste estava aquele que até então acompanhara o que ela enfrentara logo atrás.
 
 - Vejo que passou por meu amigo. Bom, não ache que comigo sera o mesmo que ele. Eu não costumo pegar muito leve.
 
Sua aura brilhava naquele mesmo "azul petróleo", como foi nomeado pelos humanos. A sua volta esferas de luz da mesma cor porém bem clara e brilhante dando a impressão de branco, o cercavam. Seu punho direito agora começara a brilhar e todas as esferas se reuniam nele formando uma esfera de luz ao redor de sua mão. A garota fingiu dar um passo para frente, porém com este pé ela deu meia volta e se preparou para correr porém parou. A sua frente agora tinha o outro. Suas duas armas apontadas para ela a distância no início do teto do prédio. Ela estava bem no centro e encurralada por todos os lados. A direita e a esquerda os prédios eram muito altos para servirem como rota de fuga. Seria impossível até mesmo para ela pular até eles. Ele então abaixou a cabeça e virou-se de lado. Armou seu arco e puxou a flecha. Estava virada para o prédio a sua esquerda e não encarava nenhum dos dois.
 
 - Não importa se for um ataque surpresa, em quem você disparar esta flecha o outro a atingira. - Disse Ferns.
 - É uma derrota impossível de se evitar. - Completou Diego.
 - Circulo de água e vento, salve esta que agora lhe pedi. - Disse a garota com uma voz doce e bem controlada para quem esta prestes a morrer.
 
As palavras eram completamente sem sentido o que fez Diego e Ferns se encararem por um breve segundo. Só então um círculo brilhante azul irrompeu no chão ao redor dela. 
 
 - Ferns cuidado, magia! - Foi tudo o que Diego foi capaz de dizer antes que a garota liberasse a flecha contra o chão ao mesmo tempo em que ele atirara e Ferns rapidamente se "teleportara" para desferir seu soco. Ambos atingiram.
 
Ele e Ferns agora estavam cercados por uma fumaça branca e gélida. Ambos estavam dentro de uma cúpula de gelo que a garota formara com a magia e com a flecha disparada. Eles porém sentiam algo além de si próprios ali dentro. Ferns preparou seu punho e Diego sua arma. Ambos então atacaram e seus ataques dissiparam a névoa que os cercava. Seus reflexos os salvaram. Diego não atirara e estava com a arma de frente ao punho de Ferns. Este que freara seu golpe.
 
 - Teve sorte meu amigo. Poderia ter se machucado e sério agora. - Disse Ferns a Diego.
 - Digo o mesmo a você. Mas que diabos, por onde esta menina sai... - E antes de completar a frase sua arma passou por um feixe de luz que reluziu pela parede de gelo da cúpula. Um feixe de luz solar entrava por um buraco feito estrategicamente no teto que evitava muita luz de entrar porém permitir a saída de alguém.
 
Diego e Ferns se viraram ao mesmo tempo para o buraco aberto na parede da cúpula do seu lado e lá estava a garota a uns dois prédio de distância deles. Ambos logo partiram atrás dela e em pouco tempo a encontraram. Porém de uma maneira diferente a que esperavam. Ela estava parada no prédio logo em frente ao que eles pararam. Estava virada para eles. Vestia uma roupa também preta por baixo que terminava em uma saia mais ou menos na metade de sua coxa com uma borda dourada. Suas botas eram altas na frente chegando ate seus joelhos porém atrás eram menores mostrando ser a parte da frente nada mais que um adorno. Seu corpo e sua altura mostravam que ela tinha por volta de seus 19 anos.
 
 - Decidiu render-se? - Perguntou Ferns.
 - Não. Decidi que está na hora de invertermos o jogo. - Disse a garota calmamente.
 
Logo dos prédios ao lado apareceram outros quatro também de vestes pretas. Três eram garotos mais ou menos da idade dela. Estes tinham roupas pretas, porém eram jaquetas, calças jeans e tênis. Somente um usava o capuz. A garota tinha roupas parecidas com a dela, porém sem a capa e o capuz e com a saia até o joelho e a bota que era o mesmo, porém sem a parte que cobria o joelho.
 
 - A entendo, cinco contra um. - Disse Diego. - Então você tem amigos certo?
 - Certo idiota, e mexer com ela é o mesmo que caçar briga conosco. - Disse um dos garotos.
 - Sinto muito mas isso era realmente para intimidar? - Perguntou Ferns.
 - Brinque enquanto pode, não vai ter chance nem sequer de falar depois que meu soco te atingir. - Respondeu o garoto. Ele fechava seu punho e este começava a brilhar em um azul claro e logo ele estava com o dobro do tamanho com uma camada de gelo grosso por cima dele enquanto a luz ainda o cercava.
 - Tente. - Disse Ferns que iluminava seu punho com um sorriso na cara. As esferas começavam a se reunir em sua mão novamente.
 - Hei, calma la pessoal. - Disse Diego. - Eu e meu amigo não queremos brigar. Vamos resolver isso tranquilamente. Quero dizer, uma luta entre nós não seria justa não é?
 - Claro, agora que estão na desvantagem não é justa não é verdade? - Falou a outra garota.
 
Então a garota do arco e flecha esticou a mão esquerda como em um sinal de aperto de mão para Diego mesmo a distancia. Este sorriu porém antes que pudesse ver descobriu que não era bem paz o que ela queria. Sua flecha já estava apontada para ele.
 
 - Aquele ali é meu! - Disse ela apontando para ele.
 - Vocês não entenderam nada não é mesmo? Quando eu disse que não seria justo... - Ele e Ferns então juntos ascendem suas auras com um grande poder destruindo uma parte do teto a seu redor - Eu quis dizer para vocês. - Completava ele com um sorriso no rosto.
 - Ótimo, então eu vou começar! - Diz o de capuz. Ele então corre em direção a Ferns em uma velocidade alta e no meio do caminho se "teleporta" para frente de Ferns. Ele logo cerra seu punho que congela e o gelo o torna uma espada que ele antecipou contra Ferns. Porém rapidamente uma corrente azul passou por ele e seu braço se enganchou em uma das grandes argolas da corrente que tinha na ponta uma âncora.
 - Bom ver que chegaram. - Disse Ferns sem nem sequer olhar para trás.
 
Sob cada um dos prédios pelos quais haviam passado estavam seus amigos. A corrente pertencia a Jake e estava enrolada no braço do mesmo que encarava o garoto de cima do prédio.
 
 
Ele logo deu um puxão que trouxe o garoto de capuz junto da corrente e da âncora. Este retornou seu braço ao normal para se livrar da argola. Ele então transformou seu braço de gelo em em uma lança que esticou diretamente contra Jake. Porém antes da lança atingi-lo ele se teleportou e em sua mão criou uma clava com a ponta circular cheia de espinhos. A esta ponto todos já haviam adentrado a batalha e estavam lutando. Jake então golpeia o ar com a clava que desprega a esfera de espinho do cabo e a lança contra o garoto de capuz. Assim que a esfera o atinge ela se gruda em seu peito causando alguns ferimentos e o fazendo sangrar azul, porém Jake não notara aquilo e com um puxão no cabo se aproximava do garoto pois uma corrente interligava a ponta da clava com o punho. Assim que se aproxima seu braço direito que havia ficado para trás conforme ele puxara o punho da clava para pegar impulso absorvia toda a aura a qual formara a clava e ao redor de seu punho uma esfera de espinhos gigantesca se formara e ele desferiu com toda a força que teve trazendo seu braço para frente um forte soco contra o garoto de capuz.


- Volte a seus amigos! - Disse Jake.


 Os espinhos eram muito grandes então não o feriram mais do que vários arranhões. Ele porém fora lançado como em um tiro de canhão e em um brilho azul veloz como um relâmpago ele bateu fortemente contra o teto do prédio formando neste uma cratera não muito profunda mas com uma grande destruição ao seu redor graças ao impacto.


Ferns estava do lado de onde o garoto se chocou. O chão sob seus pés se rachou completamente, porém ele nem sequer se moveu. As luzes ao seu redor se juntavam em seu punho que brilhava mais intensamente do que nunca. O garoto do punho de gelo agora tinha o punho por volta de três vezes o tamanho normal.


 - Desista nada pode deter meu soco. Você já estará a vários quilômetros daqui quando descobrir isso hehe. - Disse o garoto.


Ferns nem sequer respondeu, somente avançou com a velocidade de sempre desaparecendo e logo em seguida reaparecendo no que seria a metade da distância entre eles. Isso porque o garoto também fizera o mesmo e agora estavam frente a frente. Seus punhos se colidiram e com uma explosão de energia o teto do prédio terminou de rachar. 


 - Parabéns garoto, um empate você conseguiu, mas não pense que vai ser tão fácil assim. Nunca imaginei que usaria isto tão cedo, mas tudo bem. - Disse Ferns encarando o garoto.


Este tinha uma cara de surpresa. Seu golpe fora parado tão facilmente, como aquilo era possível? Ambos então se separaram e o punho do garoto começou a aumentar novamente. Ferns porém não fazia agora seu punho brilhar. Pelo menos não só ele. As luzes agora entravam por seu cotovelo e todo seu braço brilhava. Os dois esperaram um breve período sem falar nada e então o garoto disparou. Mas Ferns não. Ferns continuou parado e quando o garoto lhe deu um soco ele somente segurou o punho do garoto amassando a grande mão de gelo ate chegar no punho de verdade dele. O braço de Ferns agora estava repleto de escamas. Parecia o braço de um lagarto na mesma cor de sua aura.


 - Nunca subestime o poder dos que tem minha benção. Esta é uma das técnicas mais poderosas de toda a Atlântida: O punho do dragão dos lagos!


Ele então soltou a mão do garoto, mas antes desse perceber, ele retornou com um soco. Este lançou o garoto de encontro com o outro prédio o enterrando na parede do mesmo em uma velocidade surpreendente.


Diego estava contra a tal garota de capuz. Ambos estavam sobre um outro prédio um pouco mais afastados de todos. A batalha entre eles se mantinha entre flechas e balas e milhões de mini explosões e flocos de neve voavam ao redor da batalha.


 - Você luta muito bem garota. - Disse Diego.
 - Você também não é nada mal. - Respondeu a garota.
 - Por que nos atacar?
 - Vocês não entenderiam.
 - Então faremos assim, se eu ganhar você me diz o porque.
 - E se eu ganhar? - Perguntou ela.
 - Se você ganhar... Leva as duas - Disse ele levantando Sea e Reef.
 - Bom, pode ser. Então vou acabar tudo com um último golpe.
 - Eu ia dizer o mesmo.


Ambos então desapareceram de vista. Quando voltaram a aparecer estavam novamente um sobre o outro a vários metros de distância. Desta vez porém ela estava em pé sobre o prédio e ele sobre o ar. Ela energizou uma grande esfera de energia que não caberia entre suas duas mãos o que as distanciou e então ela fechou de repente as mãos com um imenso brilho se lançando por entre suas mãos e seu arco foi formado assim como anteriormente e ela então puxou sua flecha de luz que desta vez brilhava mais intensamente do que nunca. Diego sacou suas duas armas e tinhas as duas apontadas para baixo, sua aura o cercava fortemente naquele azul esverdeado como o mar de sempre. Uma grande energia envolvia as duas armas. Ambos tiveram tempo de darem somente um último olhar diretamente nos olhos um do outro. Um disparo de cada lado. As pistolas de Diego dispararam seu golpe máximo como um gigantesco canhão disparando uma imensa luz brilhante naquele azul esverdeado. Do arco da garota um feixe de luz que se mantinha interligado a ele disparava-se continuamente até seu alvo. Ambos colidiram. Uma explosão de gelo. Uma enorme esfera de gelo.


 - Duas pistolas para mim. - Disse a garota para o nada. Não parecia muito feliz mas sabia que tinha cumprido seu dever.
 - Tem certeza? - disse a voz de Diego.


A garota ficou surpresa olhando para cima, conforme seu gelo ia se desfazendo e sendo tomado pela água.


 - Meu golpe tem muito sal concentrado. Seu gelo não pode resistir, sinto muito. - Disse Diego com um breve sorriso. Logo a esfera de água esverdeada se tornou um único turbilhão de água que foi contra a garota abrindo uma gigantesca cratera no teto do prédio. A garota porém não ficou tão machucada. Diego somente a parara e ela sabia que tinha perdido, mesmo podendo se levantar ela poderia ter morrido com aquele golpe de poucos segundos atrás. Sabia que Diego tinha a salvado. Ele então apareceu ao lado dela que preferiu se manter deitada no teto do prédio.
 - E então, porque? - Perguntou Diego. A garota então começou a lhe explicar.


Não muito longe dali Daniel se encontrava sobre um prédio de frente ao último garoto que restava do grupo. Este o encarava com um sorriso terrível em seu rosto.


 - Olha, não precisamos lutar entende? - Disse Daniel.
 - Sinto muito, mas precisamos sim hehehe. - Afirmou o outro garoto.
 - Não, você não entende. Podemos resolver isso pela conversa. - Respondeu Daniel com um sorriso no rosto.
 - Não, quem não entende é VOCÊ. Não estou lutando por dever e sim porque eu QUERO! - Respondeu o garoto que já partiu direto para cima de Daniel.


O garoto o lançava várias esferas que explodiam de diferentes maneiras contra Daniel que ainda tentava convence-lo que uma luta era desnecessária conforme desviava sem o menor problema dos ataques do garoto que lançava diferentes magias contra ele. Até que por fim o garoto avançou com um soco e Daniel deu um grande passo para trás se afastando do garoto.


 - Ótimo, eu tentei. Agora se quer tanto assim batalhar... - Dizia Daniel que estava de cabeça abaixada e então a levanta - Vamos nessa!


Seus olhos agora brilhavam completamente em um azul intenso e um sorriso diabólico brotara em seu rosto. Ele então abaixou-se e tocou o chão e como se milhões de raízes brilhantes brotassem a sua volta ele se cercou por vários fios azuis brilhantes que estavam no chão. Estes que lembravam muito rios quando vistos em mapas, porém brilhando e cada segundo que se passava os fios se espalhavam mais como se estivessem crescendo naquele chão. O garoto tentou dar um passo para trás mas rapidamente vários dos fios o seguraram.


 - Nãããão, você pediu por esta batalha e a terá! - Disse Daniel.


Alguns fios se embolaram formando esferas que pareciam cestos de palha porém brilhando em azul e com mais vãos entre eles. Uma forte luz brotava dentro de cada uma das esferas e então todas foram prensadas contra ele ao mesmo tempo. Todos que estavam ali viram a grande explosão brilhante azul que assim que terminou lançou o garoto já desacordado e ferido sobre os outros dois que haviam sido reunidos dentro da pequena cratera feita por Jake. 


Amy ninguém vira lutar porém tanto ela quanto a outra garota estavam bem machucadas. Por fim ela venceu a garota e a reuniu aos outros. Agora somente Diego não estava lá com a garota a qual tinha lutado contra. Porém foi somente pensar nele que ele apareceu. Ele carregava a garota que se apoiava em seu ombro. Ele havia teleportado até ali com ela. Todos olhavam-no sem entender nada.


Fim do último tema


 - Pessoal, não façam nada com eles, a história é bem mais... - Porém antes de Diego terminar de falar uma grande energia tomou conta de todo o local.
 - Diego, é ele. - Disse a garota para Diego. Os dois pareciam estar se dando muito bem desde sua batalha porém isso não vem ao caso.
 - Quem se atreve a mexer com aqueles que eu mesmo treinei? - Disse uma voz que vinha de algum local e de todos os locais ao mesmo tempo. Algo parecia te-los cercado.

Então dos prédios onde cada um estava começaram a explodir para fora do chão jatos de água extremamente pressurizados. Geisers brotavam de todos os locais como se perseguissem eles.


 - Esse golpe... - Jake pensava e então olhou para Diego que também o encarava. Ele entendera.
 - Jake, você também percebeu? - Perguntou Daniel que aparecera ao lado dele.
 - Sim. Esta na hora de fazermos ele perceber. - Disse a Daniel e olhou para Diego que também entendera.


Os três então subiram o mais alto que podiam as pistolas de Diego estavam em seu máximo, fios partiam das mãos de Daniel para toda parte e Jake sacara seu tridente em forma de espada. Um único golpe feito pelos três. O prédio em que miraram era um prédio abandonado e logo deixou de existir. Uma explosão que dizimou o prédio por completo. A grande energia que cercava todos pareceu se acalmar e então logo atrás de todos os Filhos de Atlântida que se reuniram em outro prédio para escapar do ataque (os garotos e a garota foram salvos por eles também) surgiu um homem. Alguém de idade semelhante a deles.



 - Vocês... - E então os olhos dele pareciam encher de lágrimas que ele preferiu não deixar escorrerem.


Amy correu e o abraçou. Todos estavam surpresos. Aquele que treinara os que lutaram contra eles. Aquele era o último que faltava de todo o grupo. O que recebera a benção das Nascentes. Aquele era Romulo.


[...]
Continua...
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   12/7/2013, 11:41

Bem pessoal é isso ai, novo cap, e acho que vocês já devem ter percebido que gosto bastante de músicas para momentos de batalha xD kkkkk, mas é isso ai, espero que gostem e Wil, não se preocupe, não esqueci d vc kkk, a partir do próximo cap vc vai começar a aparecer mais nada tão importante, mas dps vc vai se tornar um dos grandes personagens blz?
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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   12/7/2013, 16:14

que massa man ótimo capitulo luta extremamente detalhada e com o tmea musica fica mais legal ainda  bom cap man continue assim
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   12/7/2013, 18:25

Valeu ae manim, que bom q gostou
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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   12/7/2013, 20:13

^^
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Mizumaru

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   12/7/2013, 20:20

.. terminei de ler a batalha com o tema pouco depois da metade '-'.. vou tentar ler mais lentamente na próxima :3 mesmo assim, ficou boa véi, nunca ia imaginar que o romulo tinha capacidade de treinar alguém que pudesse chegar perto de se igualar a eu... e senti um certo climinha romântico no ar. por algum motivo sinto que te mais um casalsinho da fic se formando (Romulo e may)
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rodrigo217

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   12/7/2013, 23:41

Kkkkkk, que bom q gostou Mizu, e acho que o casalzinho nao e bem o Romulo mais td bem kkkk, enfim, que bom que gostou maninho, vlw por comentar
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romulop2b

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   13/7/2013, 00:37

isso significa uma cosia mizu se meus dicípulos quase te vencerem eu venço de boa kkkk
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Mizumaru

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   13/7/2013, 11:29

na verdade, ela perdeu quando eu usei minha força... eu só diminui pq não podia matar ela
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WilDigimon

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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   15/7/2013, 08:52

Mt bom o ep cara.
Vcs ai disputando força e euy nem apareci e mesmo assim sou um mero humano kkk.
E tbm acho que o novo casal não é o romulo , pense bem Mizu XD
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MensagemAssunto: Re: Os filhos de Atlântida   

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